segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Sombra - Uma parábola

A todos.
Deixo uma das histórias do grande gênio do terror 
Edgar Allan Poe. 
Se divirtam. 



SOMBRA - UMA PARÁBOLA. 



Vós, que me ledes, estais vivo; mas eu, que escrevo, há muito declinei em meu caminho para as regiões das sombras. Porque estranhas coisas ocorrerão e coisas secretas serão reveladas; e muitos séculos terão decorrido até que os homens leiam estas memórias. E, quando as virem, alguns não lhe darão crédito e outros irão duvidar; contudo, uns poucos encontrarão razões para meditar sobre os caracteres aqui gravados com férreo estilete.

O ano tinha sido de terror e de sensações muito mais intensas que o terror, para o qual não existe nome sobre a terra. Pois se sucederam muitos prodígios e muitos sinais e, em toda parte, sobre o mar e sobre a terra, estendiam-se as asas negras da Peste. Para aqueloutros, doutos na leitura das estrelas, não era estranho que os céus revelassem uma fisionomia de desgraças; mas, para mim, o grego Óinos, e para os meus companheiros, era evidente que havia chegado a alternação daquele ciclo de setecentos e noventa e quatro anos, em que, à entrada de Áries, o planeta Júpiter entra em conjunção com o anel vermelho do terrível Saturno. O espírito característico dos céus, se muito não me engano, era visível não apenas na órbita física da Terra, mas, igualmente, nas almas, na imaginação e excogitações da humanidade.

Sentados em volta de algumas garrafas de vinho tinto de Quios, na sombria cidade de Ptolomais, formávamos nós, à noite, um grupo de sete pessoas. Não havia, em nossa sala, outra entrada senão a enorme porta de bronze, que havia sido fundida pelo artista Corino; era de rara compleição e estava trancada por dentro. No sombrio aposento, negras cortinas alijavam-nos da visão da Lua, das fúnebres estrelas e das ruas desertas. Mas o presságio e a lembrança do mal não podiam ser excluídos. Em torno de nós e dentro de nós coisas havia que não podem ser descritas ― coisas materiais e espirituais: uma atmosfera pesada, uma sensação de sufocamento, de ansiedade e, sobretudo, esse terrível estado de existência em que os nervos experimentam quando os sentidos estão vivos e despertos, ao passo em que as faculdades da mente estão inativas. Um peso mortal nos afligia. Caía sobre os nossos corpos, sobre os móveis e sobre os copos. E tudo era depressivo e tenebroso, salvo as chamas de sete lâmpadas de ferro que alumiavam a nossa orgia: alçando-se em altos e delgados espectros de luz, permaneciam elas ardendo, pálidas e imóveis. E no espelho que o seu reluzir formava sobre a mesa redonda de ébano, em torno da qual nos reuníamos, cada um contemplava a palidez de seu próprio semblante e reparava no inquieto brilho dos olhares de seus companheiros. Entretanto, ríamos. E estávamos alegres ao nosso próprio modo histérico. E cantávamos as canções de Anacreonte, que eram ensandecidas, e bebíamos muito, ainda que o vinho púrpura lembrasse-nos a cor do sangue. Porque havia outro companheiro ali na sala: o jovem Zoilo jazia morto, estendido e amortalhado, como se fosse o gênio e o demônio da cena. Mas... Ah! Ele não participava de nossa alegria, salvo o seu rosto, convulsionado pela Peste; e seus olhos, nos quais a morte apenas havia apagado a metade do fogo da Peste, pareciam ter um certo interesse no nosso júbilo, o mesmo júbilo que certamente os mortos sentem por aqueles que irão morrer. Mas ainda que eu, Óinos, sentisse que os olhos do defunto estavam fixos em mim, constrangia-me a não perceber a amargura de sua expressão e, enquanto contemplava fixamente as profundezas do espelho de ébano, em voz alta e sonora cantava as canções dos filhos de Téos. Mas, pouco a pouco, minhas canções foram cessando e seus ecos, perdendo-se nas sombrias cortinas da sala, minguaram até se tornarem inaudíveis, e desvaneceram-se completamente. Mas eis que dentre aquelas cortinas, onde os ecos do canto morriam, penetrou uma sombra obscura e indefinida. Uma sombra como a da Lua quando se inclina no céu e assume a fisionomia de um homem; mas aquela não era a sombra de um homem, nem de Deus, nem de um deus da Grécia ou da Caldeia, ou mesmo do Egito. E a sombra postava-se sobre a entrada de bronze, por baixo do arco da porta, sem um movimento, sem dizer palavras, e ali, imóvel, deixou-se ficar. Se bem me recordo, os pés do amortalhado Zoilo voltavam-se para a porta na qual a sombra descansava. Mas nós, os sete ali reunidos, tendo visto a sombra, no momento em que ela avançava sobre os cortinados, não nos arrojávamos a contemplá-la fixamente, senão baixamos os olhos e miramos as profundezas do espelho de ébano. Finalmente eu, Óinos, balbuciando em voz baixa, perguntei à sobra qual a sua morada e seu nome. E a sombra respondeu:

―Eu sou a SOMBRA e a minha morada jaz nas proximidades das Catacumbas de Ptolomais, junto às lúgubres planícies de Helusão, que margeiam o imundo canal de Caronte.



Então, levantamo-nos os sete de nossas cadeiras, tomados de horror, trêmulos, pálidos, porque o tom de voz da sombra não era o de um único ser, mas o de uma multidão de seres; e , variando em suas cadências, de uma sílaba para outra, penetrava obscuramente em nossos ouvidos, com inflexões familiares, e bem recordadas, dos muitos milhares de amigos que já morreram.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Edgar Allan Poe - Gênio do Terror.

Conhece Edgar Allan Poe?
Um grande gênio que escreveu vários clássicos do terror.
Quase todos os filmes de terror que existem hoje, ele que escreveu.
Ex. O inicio de Jogos Mortais.

HISTÓRIA

Não são poucos os escritores cuja existência trágica acabou por engendrar uma visão de mundo peculiar, profunda e cínica. Edgar Allan Poe, nascido em Boston, Massachussets, em 1809, foi um caso emblemático. Viveu pouco – morreu aos 40 anos de idade – mas intensamente.
Em suas próprias palavras, sua vida foi movida por “caprichos impulsos, paixões, desejo de solidão, desprezo pelo presente e um anseio sincero pelo futuro”.
Durante uma curta passagem pelo exército para pagar dívidas de jogo, Poe iniciou sua carreira literária escrevendo poesias como “O corvo”, obra que lhe rendeu fama, apesar das duras críticas à sua qualidade literária. Também foi autor de ensaios, novelas, críticas e contos, este último, o gênero no qual obteve maior reconhecimento, sobretudo com histórias de detetive, relatos de viagens e contos de terror.
Muitas de suas histórias sombrias têm um viés autobiográfico. O pai de Poe abandonou a família, sua mãe faleceu quando ele ainda era criança e ele foi adotado por um comerciante chamado Allan, descendente de ciganos e vendedor de escravos e cadáveres.
Graças ao contato com os escravos africanos, Poe conheceu os rituais do vodu e magia negra, tão presentes em suas histórias. Outro tema recorrente em sua obra é a guerra, vivenciada durante os anos como soldado.
Poe foi um dos primeiros escritores dos Estados Unidos a tentar sobreviver de sua arte. Suas histórias curtas eram publicadas em jornais da época e muitas vezes se baseavam em notícias reais.
Outro episódio que transparece na obra de Poe é a morte precoce de sua esposa Virginia Clemm, uma prima com quem se casou quando ela tinha apenas treze anos de idade. A figura da “mulher morta” é constante em seus escritos, seja como fantasmas, espectros ou mulheres diabólicas.
A rigor, o “terror” de Poe deveria se chamar “gótico”, já que se alinha ao estilo dos autores românticos alemães, que exploram temas como a morte, a magia negra, espíritos e ressurreição, sempre explicados de maneira lógica e verossímil. Na maioria das histórias do autor, o horror é fruto das ações humanas. Esoterismo, racionalismo, criptologia, religiões ocultas e rituais também estão presentes em sua obra.
Poe viveu como um boêmio e morreu em 1849, de causas desconhecidas. Alguns atribuem sua morte ao alcoolismo, drogas, sífilis, raiva e cólera. O único fato comprovado é que o autor foi encontrado delirando pelas ruas, e dias depois, faleceu em hospital.

O LEGADO DE POE
James Russel Iowell, colega de Poe, definiu-o como “o crítico mais exigente, filosófico e sem medo de escrever histórias fantásticas dos Estados Unidos”. A literatura de Edgar Allan Poe inspirou autores de histórias de detetive, como Arthur Conan Doyle – o criador de Sherlock Holmes -; de ficção científica, como Julio Verne, H.G. Wells, H.P. Lovecraft e Ray Bradbury; e também mestres latino-americanos do realismo fantástico, como Julio Cortázar e Jorge Luis Borges.
A obra de Poe transcendeu a literatura e influenciou pintores como Odilon Redon, Paul Gaughin e Salvador Dali; quadrinistas como Neil Gailman e Alan Moore, e cineastas como Alfred Hitchcock e Roger Corman. Este último dirigiu Vincent Price em adaptações cinematográficas de histórias de Poe, como “O Solar Maldito (1960)”, “A mansão do terror”(1961), “Muralhas do pavor” (1962), “O corvo” (1963), “A máscara mortal”(1964) e “O túmulo sinistro (1965)”.

CINCO CONTOS DE TERROR IMPERDÍVEIS
Em homenagem a Poe, listamos cinco contos de terror que todo amante da literatura precisa conhecer:
A queda da Casa de Usher: Um amigo de infância de Roderick Usher – artista doente e excêntrico – visita-o na antiga mansão da família, onde também vive a irmã de Roderick, Lady Madeline, de saúde frágil. Sob o ponto de vista do visitante, desenrola-se uma história de suspense e incesto repleta de tensão, com um desfecho trágico.
O gato preto: Um exemplo claro da maestria de Poe, que consegue construir uma narrativa assustadora com três personagens corriqueiros (um homem, uma mulher e um gato).
Talvez inspirado-se na própria vida, Poe narra a decadência de um homem que se entrega à bebida e chega ao fundo do poço.
O coração delator: Um jovem, um idoso e um assassinato constroem este clássico da literatura gótica. Segundo o escritor Robert Louis Stevenson, este conto “caminha delicadamente na linha tênue entre a sanidade e a loucura”, considerando-o uma importante contribuição para a psicologia mórbida.
Os assassinatos da Rua Morgue: Publicado em 1841, é considerado o primeiro relato de detetives da história da literatura, pois já apresenta todos os elementos que mais tarde consagrariam o estilo. O conto narra o brutal assassinato de duas mulheres, mãe e filha, em Paris. O detetive August Dupin, personagem emblemático da obra de Poe, é chamado para solucionar os mistérios que a polícia não consegue desvendar.
A carta roubada: Um conto que demonstra a habilidade de Poe de criar uma história absorvente sem assassinatos nem elementos aterrorizantes. Uma carta desapareceu, e apesar de saberem quem a furtou, não há pistas de seu paradeiro. Novamente, a polícia conta com a astúcia do detetive Dupin para solucionar o mistério. O conto propõe um jogo de deduções dinâmico e inigualável.




terça-feira, 18 de novembro de 2014

Ritual Macabro - História de Terror.

Já era noite quando quatro amigos chegaram a uma cabine nas montanhas geladas de Montana nos Estados Unidos que alugaram para passar o fim de semana. A neve cobria a casa e os pinheiros em volta e o vento gelado cortava seus rostos com força. Eles olharam para o céu e viram a lua cheia de trás de uma camada grossa e vermelha de nevoeiro. Sorriram uns para os outros, a noite estava mais que perfeita para seus planos.

Eles entraram na cabine, olharam todos os cômodos para confirmar que não havia ninguém. Dois deles foram para fora trazer a bagagem e os outros dois ficaram na sala. Eles foram arrastando os moveis formando um círculo. Quando tudo estava limpo, trouxeram a mesa de jantar para o meio.

Nesse momento os dois que foram para fora entraram na sala carregando um corpo de mulher. Ela estava amarrada e amordaçada. A colocaram em cima da mesa e amarraram seus braços. A mulher chorava e se debatia. Não sabia o que iria acontecer e o que aqueles homens queriam com ela.

Rapidamente eles começaram a espalhar velas pretas, vermelhas e brancas por toda casa. Quando terminaram vieram ao redor da mesa. Um deles colocou uma cruz virada para baixo em seu ventre. Cada um deles tirou um punhal de seus bolsos e fizeram um corte profundo em cada membro da mulher que gritava e se contorcia. O sangue que saia dela era colocada em pequenos vasos de metal. Depois de um tempo eles molharam suas mãos no sangue e esfregaram no rosto deixando a pele vermelha.

Eles deram a mãos formando um circulo em volta da mulher e começaram a repetir as palavras do ritual. Passados alguns minutos a mulher começou a se contorcer mais forte e a gritar com uma voz que não era a sua. Os quatro gritavam o encanto cada vez mais alto até que as velas se apagaram. A cabine ficou completamente escura. Eles se espalharam pela sala tentando acender as velas. Não foi preciso procurar muito porque elas se acenderam por si.

Eles se assustaram ao ver que a mulher não mais estava amarrada na mesa. Ela estava de pé, seus olhos estavam brancos e sua pele pálida como a de um morto. O ritual para invocar o demônio tinha funcionado.

 “Vocês chamaram, eu estou aqui. O que querem?” – disse a mulher com uma voz grossa e rouca.

 “Queremos te servir, em troca de alguns favores é claro.” – respondeu um deles.

A mulher soltou uma gargalhada que fez as paredes da casa tremer. Os quatro também tremiam de medo e terror e então eles se ajoelharam.

 “Idiotas vocês, acham que podem exigir favores meus? Vou levar vocês para falar direto com o diabo.” - disse ela pulando em cima de um deles.

Ela enforcou o primeiro até a morte, os outros três desesperados tentaram fugir, mas não puderam abrir as portas nem janelas, a casa estava lacrada.

 “Agora experimentem um pouco do que vão sofrer no inferno, sua nova casa.”

Dizendo isso ela soltou um grito ensurdecedor, os três que ainda estavam vivos caíram no chão tentando tapar os ouvidos, mas era em vão, pois o grito estava dentro de suas cabeças. A mulher andou em direção a porta, cada passo que dava deixava uma marca de fogo no chão. Ela saiu da casa e fechou a porta, olhou para dentro por uma das janelas e balbuciando algo fez o fogo das velas e de suas pegadas se espalharem.

Ela se afastou da cabine que em minutos estava toda em chamas. Observando os homens dentro batendo no vidro jogando cadeiras tentando quebrar o vidro enquanto seus corpos queimavam pouco a pouco ela se contorcia dando gargalhadas.

Horas depois a polícia e os bombeiros encontraram o corpo da mulher deitada na neve e a casa ainda em chamas. A mulher sobreviveu, mas foi incapaz de dizer como foi parar naquele lugar. Nenhum corpo foi encontrado dentro da casa.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Feliz dia das Bruxas!

Feliz Halloween a todos que curte o Blogger.

Quero agradecer pela visita!

Muito obrigado!
Sejam sempre bem vindos!

Att,
Bruno Fernando Morais.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Annabelle causa tumulto e é retirado de cinemas na França


 
O filme de terror Annabelle, que tem conquistado ótimos resultados de bilheteria no mundo inteiro, também está lotando as salas na França. Foram mais de 500 mil espectadores na estreia, o que deveria ser motivo de felicidade para qualquer distribuidor, certo? Não exatamente. Os cinemas de algumas das maiores cidades do país, como Marselha, Lyon, Toulouse e Montpellier decidiram retirar o filme de programação em medida de urgência.
O motivo não é o medo provocado pela história, e sim o comportamento dos espectadores. De acordo com os jornais Metronews e Le Parisien, estes jovens marcam grandes encontros na Internet para assistirem ao filme juntos, e a conduta dentro e fora das salas é imprevisível: gritos, pipoca jogada para todos os lados, cadeiras quebradas, funcionários insultados e agredidos, pipoca e doces roubados e mesmo urina encontrada pelo chão.
“Este filme traz uma clientela de jovens muito difíceis”, afirma o diretor do cinema Le Prado, em Marselha. Em Estrasburgo, uma das maiores redes de cinemas apresentou o aviso abaixo: “Anulação – Annabelle: Por causa de incidentes, o filme Annabelle não será projetado no nosso cinema hoje e até segunda ordem. Obrigado por sua compreensão”.
 
O caso não é exclusivo a Annabelle, tendo acontecido recentemente com outros filmes de terror. A Entidade foi retirado de cerca de quarenta salas francesas em 2012, e Atividade Paranormal 4 também despertou tumultos no mesmo ano: “Durante a projeção, o público fala em voz alta o que pensa, grita, berra, anda pela sala. É como se estivessem em casa”, afirmou uma espectadora ao jornal Le Parisien. O distribuidor Paramount confirmou o problema, ainda a respeito de Atividade Paranormal 4: “Este longa-metragem chama a atenção de grupos de adolescentes entre 13 e 17 anos, que vêm brincar de provocar medo uns nos outros”.
No Brasil, Annabelle está em cartaz, tendo levado 555 mil espectadores aos cinemas no primeiro fim de Semana
 
 
Fonte: MSN NOTÍCIAS.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Médium diz ter fotografado o “fantasma dos olhos negros”



Após 30 anos sem aparecer para os britânicos, o conhecido 'fantasma de olhos negros" voltou “com tudo”, e virou assunto na internet. Muitos moradores da cidade de Cannock Chase, em Staffordshire, dizem ter visto o espírito da criança andando pelos parques escuros recentemente e, agora, uma médium disse ter capturado uma imagem do espírito. As informações são do The Mirror.
Uma médium britânica revelou a imagem do possível fantasma numa mata densa da cidade. Christine Hamlett, 57 anos, diz ser clarividente e faz um trabalho de ajuda aos espíritos infantis presos na Terra para buscar “a luz”. Segundo ela, muitas crianças morreram no local por doenças que hoje possuem curas, sendo enterradas em covas sem marcação e, por isso, querem ser ‘reconhecidos’.
Na fotografia tirada por Hamlett e seu marido, o suposto fantasma está ajoelhado, próximo de uma árvore. A mulher diz que esta é, possivelmente, a primeira imagem revelada da menina.
Outros britânicos têm relatado ter visto o fantasma de olhos negros. Uma moradora de Cannock Chase disse que estava andando em um parque com sua família, quando ouviram gritos de uma criança. Preocupados que fossem da filha, entraram em meio às árvores e encontraram uma menina que estava tampando seus olhos.
“Quando eu me virei, me deparei com uma menina com cerca de 10 anos que estava com as mãos nos olhos como se estivesse esperando por um bolo de aniversário. Eu perguntei se estava tudo OK e se ela estava gritando. Ela desceu seus braços e abriu seus olhos. Foi quando eu vi seus olhos completamente negros, sem íris, sem branco, sem nada”, relatou a pessoa não identificada.
Na década de 1980, foram documentados relatos de moradores que teriam visto o mesmo fantasma com olhos negros na cidade. Ele, então, teria ficado algum tempo sem aparecer e, agora, voltou a ser "visto" por britânicos.
Fonte: Midiamax MS.