Momento de Terror
"As melhores histórias de terror e suspense".
terça-feira, 11 de julho de 2023
O homem de preto
Dois amigos que se conhecem desde quando eram bebês, Fernando e Matheus compartilham uma amizade íntima e fazem tudo juntos. Certa noite, Fernando decide dormir na casa de Matheus. Eles passam o tempo jogando videogame e assistindo televisão antes de irem dormir. Os pais de Matheus já estão adormecidos, e tudo parece tranquilo até que, no meio da noite, Matheus acorda em pânico e começa a gritar. Fernando também acorda assustado, mas decide ficar em silêncio. A mãe de Matheus corre para o quarto ao ouvir o alvoroço.
O que aconteceu, Matheus? - pergunta a mãe preocupada.
Aliviado por perceber que foi apenas um pesadelo, ele responde:
Eu tive um pesadelo, desculpe, mãe.
A mãe, sonolenta, dá um beijo em Matheus e volta a dormir. Fernando, por sua vez, fica assustado, mas prefere ficar em silêncio. Ele não consegue dormir, pois ouve passos no quintal da casa. Ele não tem certeza se é apenas sua imaginação ou se é algo real, mas acaba pegando no sono. De repente, ele começa a ter pesadelos, mas, ao contrário de Matheus, não consegue acordar. Ele tenta desesperadamente, mas parece que algo o impede. Dizem que, quando estamos dormindo, nossa alma sai do corpo e perambula pela madrugada. No entanto, a alma de Fernando parecia estar bem diante dele, rindo zombeteiramente. Após muito esforço, ele finalmente consegue acordar. Já são cinco horas da manhã, e os pais de Matheus estão saindo para o trabalho. Fernando, muito tímido, opta por não contar nada aos pais de Matheus.
Quando Matheus acorda, ele encontra a cama já arrumada por Fernando. Eles vão tomar café da manhã, e Fernando volta para sua casa, que fica próxima. Algum tempo depois, os dois amigos estão brincando no quintal. Eles sobem na árvore e ficam lá por um bom tempo, até que Fernando decide perguntar:
Matheus, o que aconteceu? Por que você gritou de madrugada?
Fernando, eu tive um pesadelo. Havia um homem sem rosto, todo vestido de preto, alto e com um chapéu. Ele assassinava todos que encontrava. Foi horrível - responde Matheus.
Um homem vestido de preto? - pergunta Fernando, impressionado.
Sim, um homem de preto! - confirma Matheus.
Eu também sonhei com ele.
Os dois amigos ficam assustados com a coincidência.
Como assim você sonhou com ele? - pergunta Matheus, temeroso.
Foi estranho. Ele era extremamente malvado, agredia a todos com uma força incrível, e ninguém conseguia detê-lo. O pior é que eu não conseguia acordar - explica Fernando.
A revelação deixa Matheus apavorado. Ele tem um irmãozinho de quatro anos chamado Kaué, e Fernando tem uma irmãzinha de três anos chamada Carol. Naquele dia, os dois estão brincando juntos, enquanto a irmã mais velha de Matheus, Paula, toma conta das duas crianças.
Quando os amigos descem da árvore, veem Kaué e Carol brincando perto da porta. Matheus, ao olhar para o lado, percebe uma sombra alta com um chapéu próximo às crianças, mas ela desaparece rapidamente. Embora assustados, decidem não comentar nada. Fernando decide passar a noite novamente na casa de Matheus. A mãe de Matheus chega do trabalho por volta das seis da tarde, enquanto o pai ainda está ausente.
A noite cai, e uma forte chuva começa a cair, apagando as luzes. Matheus e Fernando colocam uma vela na sala e começam a brincar de guerra. Em meio a um trovão, a maçaneta da porta se mexe. Fernando, pensando que pode ser o pai de Matheus, vai abrir a porta, mas é impedido por Matheus.
Não abra! Vamos ver pela janela - sugere Matheus.
Eles olham pela janela, mas não veem ninguém atrás da porta. Assustados, decidem contar para a mãe de Matheus, que não acredita no que os meninos dizem. A chuva para, e como não está tão tarde, Fernando e Matheus saem da casa e ficam em frente à casa de Fernando. A mãe de Fernando trabalha em uma pizzaria na mesma rua.
As luzes voltam a funcionar, e os amigos continuam conversando, tentando imaginar quem poderia ter tentado abrir a porta da casa de Matheus. De repente, eles veem o mesmo homem do sonho deles em frente à casa de Fernando. O desespero toma conta deles, e eles correm para a pizzaria onde a mãe de Fernando trabalha, chamando-a com urgência. A irmã mais velha de Fernando, que estava em casa dormindo, acorda com o barulho. A mãe de Fernando entra na casa com um pedaço de pau na mão, mas não encontra nada.
Os meninos estão aterrorizados. A mãe de Fernando chama a polícia, que chega rapidamente. Os policiais alertam que, cerca de vinte anos atrás, um rapaz foi assassinado naquela mesma rua. Ele abusava de crianças e foi morto por um dos pais que teve seu filho abusado. Antes de morrer, ele vestia um chapéu e roupas pretas, e jurou vingança contra todos que o ajudaram a ser assassinado.
Após a saída da polícia, os adolescentes voltam para a casa, sentindo um arrepio na espinha. Eles olham para trás e veem o homem de preto zombando deles. Matheus e Fernando continuam temendo sua presença até hoje.
"Às vezes, nossos medos e pesadelos podem se tornar realidade. É importante confiar em nossos instintos e buscar ajuda quando enfrentamos situações assustadoras. A amizade verdadeira pode ser uma fonte de apoio e coragem para enfrentar os desafios. Além disso, é essencial estar atento aos sinais de perigo e nunca subestimar a importância da segurança.
Essa história foi criada com base em elementos fictícios e não possui uma fonte específica. Ela tem o objetivo de entreter e transmitir uma mensagem sobre amizade, coragem e vigilância em face de situações assustadoras"
Texto por Bruno Fernando Morais (2015) e corrigido através de IA (2023).
Manchas
Em meados de 1990, na cidade de Campo Grande, um casal se mudou para uma casa magnífica. Julie e Paul pareciam ter encontrado o lar perfeito. A casa era espaçosa, cheia de beleza e conforto. Julie ficou encantada desde o momento em que colocou os pés lá dentro, sentindo uma energia agradável. Paul também estava satisfeito, afinal, era o lugar ideal para construir uma vida juntos. Após um mês de convivência harmoniosa, um acontecimento transformou suas vidas para sempre: Julie descobriu que estava grávida de Paul, uma notícia que encheu seus corações de alegria. O casal compartilhou a novidade com suas famílias, recebendo presentes e felicitações."
"Paul era um açougueiro, enquanto Julie exercia a função de secretária em uma empresa renomada. A harmonia entre eles era quase perfeita, raramente discutiam, e a felicidade transbordava em seu relacionamento. No entanto, havia um segredo sombrio escondido por Paul. Ele costumava afogar suas mágoas em álcool quando Julie não estava por perto ou quando saía do trabalho mais cedo. Embora fosse um problema, eles acreditavam que o amor que nutriam um pelo outro era o que realmente importava."
"Sete meses se passaram desde a descoberta da gravidez. Julie começou a experimentar dores intensas em sua barriga, algo que nunca havia sentido antes. Para sua surpresa e preocupação, sua bolsa estourou enquanto Paul ainda não tinha voltado para casa, e ela se viu incapaz de entrar em contato com ninguém, pois o telefone estava fora de alcance. Quando Paul finalmente chegou em casa, algo estava errado. Seus olhos estavam vermelhos e parecia estar possuído por uma aura estranha. Sem sequer cumprimentar sua esposa, ele se dirigiu direto à cozinha."
"Julie, ainda atordoada pelas dores, tentou explicar, mas Paul a interrompeu bruscamente, exigindo que ela preparasse comida imediatamente. Implorando por ajuda, Julie tentou explicar sua situação, mas Paul parecia ter perdido a razão. Agarrando sua faca de açougueiro, ele se aproximou de Julie com olhos vazios de empatia. Antes que ela pudesse terminar de falar, Paul desferiu um golpe fatal, cravando a faca em sua garganta. O sangue jorrou e, em segundos, a vida de Julie foi brutalmente interrompida. Nesse momento macabro, algo estranho ocorreu: o bebê que Julie tanto ansiava para trazer ao mundo nasceu prematuramente, testemunhando a morte de sua mãe. O choro do recém-nascido ecoou pela casa, mas Paul, em sua embriaguez, não compreendeu o que havia feito. A visão do filho chorando e da esposa morta o levou ao desespero profundo, e ele se perdeu em um transe de loucura. Gritos de desespero ecoaram pela residência, chamando a atenção de um vizinho, que imediatamente acionou a polícia."
"Ao chegarem, os policiais encontraram Paul ajoelhado no chão, segurando o bebê nos braços e chorando amargamente pela sua amada esposa. O horror do que ele tinha feito o consumia. Paul foi preso e a criança, levada às pressas para o hospital mais próximo. Infelizmente, apesar dos esforços da equipe médica, o bebê não resistiu e veio a óbito. A família de Julie foi tomada pela dor, realizando o triste enterro da jovem mãe junto ao seu pequeno filho."
"A mãe de Julie, desolada, decidiu vender a casa que testemunhou tamanho horror. Um novo casal, Marcos e Ana, despertou interesse pela propriedade. A mãe de Julie mostrou a casa, escondendo todas as marcas da tragédia que ali ocorreu. Marcos, com 20 anos, trabalhava como marceneiro, enquanto Ana, com 18, era auxiliar administrativa. Ana tinha uma sensibilidade peculiar desde a infância e, ao entrar na casa pela primeira vez, sentiu um arrepio na espinha, como se uma presença sinistra a observasse. A mãe de Julie optou por não contar a história terrível de sua filha, escondendo as cicatrizes emocionais e físicas que ainda assombravam o local."
"Ana saiu com suas amigas para comprar itens para decorar a nova casa, enquanto Marcos seguiu para o trabalho, como de costume. À medida que a noite se aproximava, Ana começou a arrumar a casa, deixando cada cômodo mais acolhedor. Ao chegar à sala, percebeu pequenas manchas pretas no chão. A visão macabra a perturbou, mas ela optou por não mencionar nada, atribuindo as manchas a algum tipo de desgaste natural. Mais tarde, quando Marcos retornou para casa, agradecendo a sua esposa por todo o esforço, revelou uma surpresa: tinha comprado ingressos para uma peça de teatro que ela tanto desejava ver. Empolgados, partiram para o espetáculo, completamente alheios ao terror que os aguardava."
"Na volta para casa, já de madrugada, o casal se deparou com uma cena aterradora: os vidros da casa estavam quebrados. O medo tomou conta deles, questionando quem teria feito aquilo e por quê. Rapidamente, entraram em contato com a polícia, que chegou prontamente ao local para investigar. Porém, para surpresa de todos, nenhum indício de invasores foi encontrado. Desconcertados e sentindo um calafrio percorrer suas espinhas, decidiram registrar o ocorrido na delegacia no dia seguinte."
"À medida que a noite avançava, Ana sentiu uma inquietação inegável. Sons estranhos ecoavam do lado de fora da casa, como se alguém estivesse correndo. Ela se aproximou da janela, mas a escuridão impediu que visse além. Os barulhos cessaram por um momento, apenas para recomeçar em seguida. De repente, uma sensação irresistível a impeliu
"Curiosa e apreensiva, Ana sentiu que a pessoa que estava do lado de fora da casa chamava por Marcos. Os sussurros eram tão baixos que mal podiam ser ouvidos, mas ela conseguiu distinguir as palavras em meio à escuridão. Ela sentia um arrepio percorrer sua espinha, mas decidiu se aventurar e investigar o que estava acontecendo."
"Passo a passo, Ana avançou pela casa, atravessando o banheiro com o coração disparado. Um reflexo rápido chamou sua atenção no espelho, mas ela preferiu ignorá-lo e continuar sua busca. Ao chegar à cozinha, uma sensação desconfortável a envolveu. Ela se aproximou devagar, cautelosamente, ouvindo os passos que ecoavam pela sala. Pareciam passos pesados, arrastando-se lentamente em sua direção. E então, um som angustiante perfurou o ar: o choro de um bebê recém-nascido."
"O coração de Ana parou por um momento, enquanto ela tentava processar o que estava acontecendo. O choro vinha da sala, onde as manchas que ela havia notado anteriormente estavam maiores, expandindo-se como tentáculos sombrios. Tremendo de medo, Ana se aproximou da sala e testemunhou algo tão horripilante que seu corpo inteiro entrou em choque. Ali, naquele cenário macabro, uma figura feminina emergiu das manchas negras, segurando um bebê nos braços. Era Julie, a mulher que havia sido brutalmente assassinada naquela casa."
"O olhar de Julie era vazio, seus olhos completamente brancos e jorrando sangue. Uma tristeza profunda dominava sua expressão enquanto ela se aproximava lentamente de Ana. O ambiente ao redor tornou-se opressivo, as luzes piscavam incessantemente, móveis se moviam por conta própria. Ana estava paralisada pelo terror, incapaz de escapar da presença assombrosa que se aproximava cada vez mais."
"Com uma voz ecoante, Julie começou a falar, revelando sua trágica história. Contou sobre seu assassinato brutal nas mãos de Paul, seu marido, naquele mesmo local. Lágrimas de sangue escorriam por seu rosto, enquanto implorava por ajuda e clamava por justiça. Julie ansiava por Paul, seu assassino, pedir-lhe perdão. E, nesse momento, ela fez um pedido direto ao casal que ousara habitar a casa que um dia fora seu lar."
"Ana e Marcos estavam atônitos, mas decidiram seguir o pedido desesperado de Julie. Foram à delegacia e, com grande esforço, convenceram o delegado a permitir que Paul fosse levado à casa para se confrontar com seu terrível passado. A chegada de Paul causou calafrios em todos os presentes. Ao se ajoelhar diante das manchas na sala, ele implorou perdão a Julie, confessando sua culpa e remorso profundo."
"Subitamente, uma energia sombria permeou o ambiente, e as manchas ganharam vida, revelando o rosto de Julie emergindo delas. Com uma expressão de tristeza e vingança, ela se aproximou de Paul. Sem hesitar, Julie o puniu com a mesma violência que ele havia infligido a ela, cravando uma faca em seu peito. Os gritos de agonia de Paul ecoaram pela casa enquanto sua vida se esvaía."
"O delegado ficou chocado e os policiais presentes não conseguiram acreditar no que testemunharam. Mas, para Ana e Marcos, a agonia havia finalmente chegado ao fim. Julie e Paul desapareceram, e a casa ficou quieta novamente. A polícia, perplexa e sem provas suficientes contra o casal, teve que liberá-los."
"Marcos e Ana, apesar de aliviados, decidiram que não podiam mais habitar aquele lugar assombrado. Mudaram-se para longe, deixando para trás os horrores que testemunharam. No entanto, mesmo após deixar a casa, eles nunca conseguiram esquecer a visão macabra de Julie e Paul acenando-lhes na porta, como se despedindo para sempre."
"Essa história sombria serve como um lembrete de que, às vezes, o passado pode se entrelaçar com o presente de maneiras aterrorizantes. As marcas de uma tragédia nunca desaparecem completamente, permanecendo como cicatrizes na memória das pessoas. E assim, a casa onde um casal encontrou sua felicidade se tornou um refúgio de tormento, aprisionando suas almas na eternidade assombrada."
Texto por Bruno Fernando Morais (2015) e corrigido através de IA (2023).
domingo, 7 de abril de 2019
A mulher sem expressão
Em junho de 1972, uma mulher apareceu no Hospital Cedar Senai, Los
Angeles, Califórnia, em nada mais que um vestido branco coberto de sangue. Mas
isso não causou nenhuma agitação, pois era um episódio monótono, as pessoas
sofriam acidentes e procuravam pelo hospital mais próximo para atendimento
médico. Porém, haviam duas coisas naquela mulher que chamaram a atenção e
provocaram terror nos funcionários. A primeira é que ela não era exatamente
humana, era como um manequim, mas sua flexibilidade e fluidez era de um ser
humano normal. Seu rosto era tão perfeito como de um manequim, sem sobrancelhas
ou maquiagem. A segunda razão pela qual os funcionários se agitaram, é que ela
estava com um gato apertado entre seus dentes. Sua mandíbula estava tão
apertada ao gatinho a ponto de nenhum dente poder ser visto. O sangue do gato
jorrava para fora de sua boca, por cima do vestido e no chão. Então, um certo
momento ela puxou-o para fora de sua boca e deixou-o jogado no piso do
hospital.
A partir do momento em que ela foi levada para uma sala hospitalar,
antes de ser limpa e preparada para a sedação, ela parecia completamente calma,
sem expressão e sem movimento. Os médicos acharam melhor conte-la até que as
autoridades chegassem para avaliar a situação, e ela não protestou. Os
funcionários não foram capazes de obter qualquer resposta ou explicação dela,
pois a maioria se sentia muito desconfortável em olhar diretamente para ela
durante mais do que alguns segundos.
Quando a equipe tentou dar-lhe o sedativo, ela se defendeu com
força extrema. Dois membros da equipe dominaram e ergueram seu corpo em cima da
cama para firmar-lhe. Sua expressão estava em branco. Ela revirou os olhos
impassíveis para o médico com o sedativo e fez algo incomum. Ela riu. E
enquanto ela ria, a enfermeira que estava logo ao lado gritou de terror e
entrou em choque. Os dentes na boca da mulher não eram apenas dentes, eram
pontos longos e afiados. Pelo que aparentava seus dentes estavam assim faz
tempo, pois estavam sujos e entre eles, restos de comida. O médico olhou para
ela por um momento e disse "Que diabos é você?". Ela se soltou dos
doutores e mesmo assustada, continuava sorrindo. Houve uma longa pausa, um
silêncio perturbador. A segurança foi alertada, sirenes e mais sirenes. Ao
ouvir isso, ela se lançou para frente, afundando os dentes no pescoço do
médico, rasgando sua jugular e deixando-o cair no chão, já morto. Ela se
levantou, seus olhos eram perigosos e inseguros, afirmou a enfermeira. Ela se
aproximou de outro doutor apavorado e disse "Eu... sou Deus". Os
outros médicos olharam assustados para ela, enquanto ela ia cumprimentar os
agentes de segurança.
Não se tem mais notícias do que aconteceu. Não se sabe ao certo se
a história é mesma está. Esse relato acima foi dado pela enfermeira, que ajudou
e presenciou tudo. Depois do incidente, ela deu uma entrevista para um escritor
e nunca mais foi vista. O mesmo aconteceu com os outros dois médicos e os
agentes policiais, que não quiseram dar entrevista. O caso ficou em aberto
bastante tempo, mas depois de um tempo foi para os não resolvidos.

sábado, 26 de janeiro de 2019
A curiosidade pode te matar
Em um dia normal, João pegou sua bicicleta e saiu para mais um dia de trabalho.
Ele preferia pedalar ao invés de usar transportes públicos, e seu
trabalho era próximo, logo não havia necessidade de pegar um ônibus por exemplo.
Durante seu trajeto, João passava por uma casa, que provavelmente estava
abandonada, a curiosidade de ver de perto era grande, mas devido a seu horário
apertado isso não era possível. João saia às 20h todos os dias,
porém nesse dia ele foi dispensado mais cedo. Era 19h quando João pegou sua bicicleta
e voltava para casa.
Ele estava indo tranquilamente, quando passou perto a casa
estranha, ele parou e decidiu matar de vez a sua curiosidade em relação aquele
lugar, aproveitando que tinha saído cedo.
O lugar é escuro, ele pulou a cerca velha, e com a lanterna em seu celular foi
caminhando até a porta.
Na entrada um aviso “Não entre”. Mas a curiosidade de João era
maior, e o que teria de mal, em um lugar vazio?!
A porta estava trancada com corrente e cadeado, porém a janela era fácil
de abrir, ele optou por ela.
Quando chegou próximo a janela, dentro da casa, foi possível ouvir
um grito “não”.
João achou que poderia ser algo de sua cabeça e começou a abrir a
janela, bem sutilmente para não chamar atenção dos vizinhos locais.
Com a lanterna em sua mão, João entrou na casa, o lugar fedia
muito, aquela janela a qual ele adentrou, seria um quarto.
Não tinha colchão a cama, e tinha fotos de uma senhora, e um
guarda roupa, porém com nada dentro, ele continua a andar, abre a porte devagar,
e escuta novamente um grito “Não”.
O que seria isso? Coisas de sua imaginação? Ele continua a seguir
pela casa, dessa vez pela sala, um lugar sombrio. Ele encontrou dois sofás
bem antigo, um deles tinha um pouco de sangue, e no chão algumas pegadas. O que
seria aquilo? Estava muito nítido, deixando a entender que era recente.
João começou a achar aquilo muito estranho, e preferiu deixar o
local, pois estava com medo, tentou voltar ao quarto para sair pela janela em que entrou, porém, a porta estava trancada.
Como? João acabou de passar por ela. Pois bem, ele entrou em
desespero e tentou achar outras alternativas de sair do local, viu uma luz que
direcionava ele a um outro quarto, ele foi sorrateiramente com a lanterna ligada, quanto mais próximo ele estava do quarto, a lanterna em seu
celular começava a piscar, algo que deixava o mais assustado.
A luz do quarto se apaga, assim como a sua lanterna, João escuta algo
que parecia estar ao seu lado “Você jamais sairá daqui”.
Com isso, ele acabou dando um grito, e esse grito fez com que todas
as luzes se ascendesse, ele viu sangue nas paredes, corpos de pessoas
penduradas no teto da casa, e uma imagem de uma senhora em sua frente, de
vestido, com os olhos fechados e uma expressão medonha, as luzes voltam a se apagar,
João decide ligar para alguém, porém seu celular está sem rede, e começa a
esquentar muito, e na tela aparece.
“Eu avisei” e a imagem da senhora, João acaba derrubando o celular
no chão.
E se destrói todo, João realmente não sabia o que fazer, o
desespero era muito grande.
Quando uma luz naquele quarto se ascende e João escuta uma voz “Não!
Por favor não!”.
Ele completamente assustado, decidi ir ver, quando entra ao
quarto se depara com diversas pessoas mortas, as paredes completamente com
sangue.
A porta se fecha, a luz começa a piscar. Logo, novamente
aquela senhora.
- Isso que dá entrar na casa dos outros não é mesmo meu rapaz. Você
é o próximo!
Logo a velha dizer isso, as luzes novamente começam a piscar repetitivamente
as coisas começaram a cair no chão, João desesperado correu, os corpos pendurados caíram no chão, e estranhamente se arrastavam em direção
a João, o sangue nas paredes sujava toda a sua roupa, e com a intenção de
derrubar a porta, João começou a chutar.
Porém ela foi aberta, e quem a abriu foi um vizinho, que logo retirou
João de lá, e levou até sua casa.
João estava totalmente perdido, não queria acreditar, estava com
muito medo.
Esse vizinho então logo disse.
- Eu moro aqui há muitos anos, antigamente naquela casa, morava uma
senhora e seus filhos, um deles ficou doido, entrou naquela casa e matou a
senhora e o restante dos filhos e logo fugiu, desde então ninguém nunca mais o
viu.
Desde esse acontecido, aquela casa nunca mais foi a mesma, tende a
acontecer frequentemente isso que aconteceu com você com outros curiosos que
invadem a casa.
João não conseguia dizer nada, ele só queria mesmo era sair o quanto
antes daquele lugar.
Os dois ouviram barulhos de sirene, a policia foi acionada, assim
que ouviu o vizinho disse.
- Eu não levarei a culpa de ter matado toda essa gente, você seria
o próximo!
João logo entendeu tudo! Mas antes de conseguir dizer qualquer
coisa, o vizinho se matou com uma arma que escondia.
Os policias ouviram o tiro, e foram até o local, João como estava
assustado, não sabia como reagir e tentou fugir, e os policiais o pegaram.
João foi preso, acusado de matar aquele senhor, e acusado de matar
todas aquelas pessoas que estavam na casa.
Enquanto estava sendo levado ao carro ele ouviu “Eu avisei”.
No processo, João descobriu que aquela casa pertencia a dona Maria,
que tinha 3 filhos.
Maria fazia coisas que envolvia bruxaria, escondido de seus filhos.
Em um dia, um dos seus filhos, que voltou pra casa totalmente bêbado
viu aquilo, eles tiveram uma briga feia e ele a esfaqueou e depois todos os irmãos.
Quando percebeu o que tinha feito, se desesperou e fugiu daquele lugar.
Como a casa era até então afastada de tudo, esse crime nunca foi
descoberto, porém com os anos, alguém sempre tentava entrar na casa, e esse
filho, conhecido também como vizinho os matava e os pendurava. Quando João
entrou na casa, os espíritos desses tentaram o avisar.
Mas não conseguiram!
Após o término do processo, João conseguiu provar sua inocência, a
casa foi destruída por ordem da prefeitura.
João nunca mais foi o mesmo!
Autor: Bruno Fernando Morais
História Exclusiva: Momento de Terror
domingo, 23 de dezembro de 2018
fantasma tirando selfies
Esta história faz parte do catálogo de creepypastas do
blog Ah Duvido;
a transcrição em primeira pessoa feita a seguir, apesar de ter sido adaptada,
resguarda a essência da história.
Há
alguns anos, a prima de um de meus amigos ganhou um celular como presente de
aniversário. Mãe solteira, a garota trabalhava o dia todo e voltava para casa
somente à noite junto à companhia de seu único filho. Como o acessório era
visto como “brinquedo” pela criança, nada mais natural que um pouco de diversão
às custas do gadget. “Desde que você não faça chamadas ou envie mensagens, pode
brincar, filho”, disse a menina.
O garoto
logo enfurnou-se em seu quarto e começou então a fuçar no novo celular. Por
volta das 23h20, a mãe do menino decidiu que já era hora de dormir. Mas não deu
outra: seu filho já estava cochilando e deixara de brincar com o aparelho. A
prima deste meu amigo quis então verificar o que o menino tanto fez. Alteração
de plano de fundo e personalização de toque de chamada foram algumas das
mudanças notadas.
Mas a
surpresa estaria por vir: ao acessar a galeria de seu celular, uma foto de seu
filho dormindo apareceu; acontece que ele estava em segundo plano e a metade de
um rosto ocupava parte da imagem. Alguém entrou sorrateiramente no quarto do
menino e tirou a foto? Ou algo sobrenatural aconteceu?
Fonte: Clique Aqui
13 Histórias de terror em apenas 2 frases
Histórias de
terror eram contadas em acampamentos e colônias de férias para assustar todos
que as ouviam. Normalmente sempre bem elaboradas, cheias de detalhes e
veracidade para realmente passar medo. Assim como essas histórias os filmes de
terror desenvolvem uma trama até que a parte 'assustadora' comece. Existe um
timing também para o terror se assentar nas pessoas.
Duas frases
não podem ser necessariamente chamadas de história, ainda mais se forem de
terror. Contudo, algumas delas são inteligentes o suficiente para fazer você
sorrir. Mas tem aquelas frases assustadoras que farão você pensar nelas por
dias. Ao contrário de grandes romancistas ou roteiristas, essas histórias
precisam de apenas duas frases para assustá-lo.
1 - Fui mexer no meu celular e tinha uma foto minha
dormindo. Eu moro sozinho.
2 - Cresci com gatos e cachorros, então em acostumei
com o som de arranhados na porta enquanto eu dormia. Agora que eu moro sozinho
esses sons que ainda escuto são muito mais inquietantes.
3 - Ontem meus pais me falaram que eu estava muito
velho para ter uma amiga imaginária e me disseram para deixá-la ir. Eles
encontraram o corpo dela essa manhã.
4 - Minha namorada me perguntou porque eu estava
respirando tão fortemente. Eu não estava.
5 - Depois de anos vivendo sozinho em uma casa grande
cheguei a uma conclusão surpreendente. Nesse tempo eu fechei muito mais portas
do que abri.
6 - A última coisa que eu vi foi meu despertador
piscando 12:07 antes das longas unhas podres empurrarem meu peito e uma outra
mão tampar minha boca para eu não poder gritar. Me levantei rapidamente e me
senti aliviada por ser apenas um sonho, mas quando olhei para meu despertador
eram 12:06 e ouvi a porta do meu armário se abrir.
7 - Depois de um logo dia de trabalho eu voltei para
casa para ver minha namorada cuidando do nosso filho. Eu não sabia o que era
mais assustador, ver minha falecida namorada e nosso filho natimorto ali, ou
saber que alguém invadiu meu apartamento para colocá-los ali.
8 - Você ouve sua mãe te chamando na cozinha. Enquanto
você está descendo as escadas você ouve um sussurro de dentro do armário
falando 'não desça lá querida, eu também ouvi'.
9 - Eles entregaram manequins embrulhados em plásticos
bolha. Do salão principal era possível ouvi-los estourando.
10 - Minha filha não parava de chorar e gritar no meio
da noite. Eu visitei seu túmulo e a pedi que parasse, mas isso não ajudou.
11 - Um rosto sorridente me encarou na escuridão do
lado de fora da janela do meu quarto. Eu moro no 14º andar.
12 - Não há nada como o riso de um bebê. A menos que
seja 1 da manhã e você esteja em casa sozinho.
13 - Durante anos ouvimos as vozes e passos de
crianças fantasmas em nossa casa da fazenda e nos acostumamos com elas. Então
um dia eles ficaram quietos, o que devia ter sido uma sugestão para sairmos.
Fonte: Clique Aqui
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O Buraco de Fechadura
Um homem, certa vez, decidiu se hospedar em um hotel.
Ao receber a sua chave, a recepcionista disse que havia um cômodo no lugar que
não devia ser visitado nunca, o homem fez o que lhe disseram e foi direto para
o seu quarto, porém, no segundo dia, o homem deixou a curiosidade vencê-lo, e
ele decidiu ir ver o que tinha no misterioso quarto, tentou abrir a porta, mas
viu que ela estava trancada, então, decidiu olhar pelo buraco da fechadura, e
viu uma mulher pálida encostando a cabeça em um canto, confuso, o homem seguiu
o seu caminho. Na terceira noite, decidiu dar outra olhada no quarto, mas dessa
vez, tudo o que viu foi a cor vermelha.Alguns dias depois, enquanto conversava com a recepcionista, o homem descobriu que naquele quarto, a muitos anos, uma mulher foi brutalmente assassinada pelo seu noivo, e desde então seu espírito vem assombrando o cômodo, ele é descrito com a aparência de uma mulher muito pálida, exceto pelos seus olhos, que são vermelhos como sangue.
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