sábado, 27 de dezembro de 2014

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

História Nova

  Bom dia leitores!                                                                       Estou escrevendo uma história.                                                     Em breve será postado aqui no Blogger.                             Obrigado a todos!! 


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Menino Atacado por Fantasma



Veja esse vídeo e tirem suas conclusões. 

Natal

Diz uma lenda Nórdica que um espírito chamado Loke regressa de tempos em tempos a terra pra pegar as crianças que não se comportaram o ano inteiro, ele vem disfarçado de Papai Noel.
Na véspera de natal Aline desobedecera a seus pais, ela ficou acordada escondida até a meia-noite pra esperar o Papai Noel. Aline estava querendo uma bicicleta de natal, mas os presentes que estavam na árvore de natal nenhum deles era uma bicicleta, por isso Aline ficou na esperança que o Papai Noel fosse entregar o seu presente.Estava quase perto da meia-noite e Aline estava animada iria conhecer o papai Noel e ganhar a sua tão desejada bicicleta, mas ela sabia que não tivera um bom comportamento durante todo ano, mas isso não importava naquele momento, estava quase na hora faltava pouco. Meia-noite em ponto, Aline escuta barulhos na janela da sala e se esconde, ela observa o Papai Noel abrir a janela e entrar sem fazer ruído, ele estava vestido como ela imaginava iguais os que apareciam na TV, todo de vermelho com a touca de natal e um saco cheio de presentes, de onde Aline esperava sair a sua bicicleta, ela só não conseguira ver o seu rosto.

Aline estranhou que o Papai Noel passara pela árvore de natal sem deixar nada e foi direto pra cozinha, Aline o seguiu na ponta dos dedos e o viu abrindo a geladeira comendo e bebendo tudo que via pela frente como se estivesse morto de fome.Aline na sua inocência diz com cara de choro – Cadê a minha bicicleta, o Papai Noel se vira bem devagar, Aline se assusta ao ver a verdadeira forma desse Papai Noel, não era um velhinho de barba, mas sim uma criatura apavorante, seu rosto era esverdeado, tinha um nariz pontudo e enorme, os dentes eram afiados em grande quantidade e os olhos eram brancos sem pupilas, ela da um sorriso diabólico pra ela que começa a chorar. 
O Papai Noel falso chega perto de Aline e a chama de menina má, ele abre a boca e suga a alma de Aline colocando dentro do saco enquanto vê o corpo dela sem vida cair no chão, ele pega um pouco de catchup na geladeira e espalha no corpo de Aline pra logo depois comê-la só deixando os ossos de Aline no local.
Na casa de João Augusto de 10 anos, o natal era um momento mágico, seu pai e sua mãe faziam de tudo pra o natal dele ser fantástico. Iluminavam a casa toda por fora e por dentro, compravam árvores de natal imensas e o seu pai sempre se vestia de Papai Noel e entregava os presentes à meia-noite.·.Tudo nessa véspera de natal estava saindo perfeitamente, casa toda iluminada, árvore toda enfeitada e o seu pai por volta das onze horas se veste de Papai Noel e vai pra rua escondido pra depois entrar na casa e deixar os presentes. Marcos estava na rua terminando de se vestir e arrumando os presentes no saco de papai Noel quando outro Papai Noel aparece na sua frente, mas não era um velhinho, era verde e tinha uma aparência horrorosa.João Augusto e sua mãe estavam comendo e esperando o Papai Noel entrar pela janela e entregar os presentes, quando algo é jogado pela janela quebrando o vidro, o corpo de Marcos fora jogado por alguém do lado de fora, segundos depois uma figura medonha vestida de Papai Noel entra pela janela com um sorriso assustador no rosto.
João e sua mãe saem correndo pro quarto assustados tentando fugir daquela criatura, o Papai Noel falso bate forte na porta tentando entrar, Silvia protege seu filho, mas a força da criatura derruba a porta, quando a criatura está preste a sugar a alma dos dois, Marcos aparece e enfia uma faca nas costas do monstro que caí no chão tremendo todo e logo em seguida virá pó, Marcos se ajoelha e abraça a sua família.




segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Desaparecida


Um.


Quinze para meia-noite. Cintia andava apressada pelas ruas; se não andasse logo, perderia o último metrô.

Entrou na estação às pressas, e logo se dirigiu à plataforma. Estranhou que a plataforma estivesse vazia.

Três minutos, cinco, dez. O trem não chegava.

Seria possível ter entrado na estação já fechada? Não. Absolutamente não.

A estação nunca fechava antes da meia-noite. Ainda assim, se estivesse fechada, ela não conseguiria ter entrado. Certamente encontraria fechado o acesso à estação.

Cintia afastou tais pensamentos quando um trem apareceu na estação.

Um trem vazio.

Um trem só para mim, pensou Cintia. Estranhíssimo.

Pelo menos o trem estava iluminado. Parcialmente iluminado, na verdade.

Verdade mesmo era que Cintia estava sozinha num trem mal iluminado.

Uma dúvida passou por sua mente: Teria visto o condutor do trem?

Ora, ora, mas que dúvida era aquela? É claro que havia um condutor; afinal, o trem não viajaria sem condutor. Ou viajaria?

Cintia começou a sentir medo.

O trem chegou à próxima estação – também vazia -, mas não parou; continuou trilhando em baixa velocidade.

As coisas realmente estavam ficando sinistras.

Por um instante Cintia pensou ter visto alguém (ou alguma coisa) no fundo do vagão. Será que não estava sozinha?

Cintia estava confusa. Fora uma visão muito rápida, que em instantes desapareceu.

Deixe de ser boba, pensou Cintia. Você não viu ninguém. Apenas sua imaginação lhe pregando uma peça.

Então as luzes se apagaram completamente e Cintia se viu envolvida pela escuridão.

Trevas.

Sozinha nas trevas.

Talvez nem tão sozinha assim ...

Sentiu seu tornozelo ser tocado.

Algum ser rastejante estaria vindo ao seu encontro?

Em pânico, Cintia tentou gritar, mas não houve tempo.

Antes que o grito saísse, Cintia perdeu os sentidos.


Dois.


Ao acordar, desorientada e no escuro, sentiu que perderia novamente os sentidos.

Mas, aos poucos, foi se recuperando e conseguiu se levantar.

Tateando, procurou um assento e se sentou.

Medo. Muito medo.

Procurou, em vão, saber as horas. Impossível enxergar as horas em seu relógio. A escuridão continuava total.

De repente o trem parou e Cintia ouviu o som de portas abrindo.

Sairia daquele trem imediatamente. Mas pra onde? Sequer sabia em qual estação estava, se é que estava ainda em alguma estação.

Ainda assim, não estava disposta a continuar naquele trem escuro, que poderia ter as portas fechadas a qualquer momento.

Com dificuldade, saiu do vagão caminhando lentamente. Parecia estar em uma plataforma. Seria mesmo? Maldita escuridão. Por onde caminhava e onde chegaria?

Logo percebeu que não seria bom continuar caminhando.

Cintia estava completamente perdida, desnorteada, com medo e....no escuro.

Em algum momento a luz haveria de aparecer, claro. Só mais um pouquinho e a luz chegaria.

Será?

Cintia se sentou e começou a chorar.

Algum tempo depois, ainda no escuro, Cintia se deitou no chão frio de cimento e adormeceu.


Três.


Ao acordar, Cintia viu que, enfim, já era dia claro.

Nem assim, contudo, Cintia se sentiu mais à vontade. Continuava sozinha. Continuava perdida.

Cintia não sabia o quanto tinha andado na escuridão até se sentar e, momentos depois, dormir; mas agora, já claro, percebeu que não estava mais em uma plataforma.

Estava em uma rua deserta.

Cintia pensou, com certo desespero: o trem me trouxe para uma rua deserta. Mas por que?  Teria um encontro surpresa com alguém?

Pensou em gritar por ajuda, mas logo desistiu da ideia. Podia ser perigoso; podia atrair alguém (ou algo) indesejado.

O jeito era caminhar. Mas pra onde?

Resolveu ir até o final da rua. Chegando lá, pensaria no que faria a seguir.

Mas não havia nada no fim da rua. Era uma rua sem saída.

Caminhou até a outra extremidade da rua. Também sem saída.

Cintia percebeu que estava perdida (presa?) em uma rua absolutamente deserta, que não tinha saída para lado nenhum.

Como tinha chegado até lá, não sabia.

E o pior: Não sabia como sair daquele lugar.

A rua estava deserta, mas talvez haveria pessoas dentro das casas. O único jeito era verificar e pedir ajuda.

A contra gosto, bateu palmas na casa que estava a sua frente. Uma casa velha, igual a todas as outras da rua.

Ninguém atendeu. Silêncio.

Bateu palmas em várias outras casas.

Nada.

Sentou no meio fio, baixou a cabeça e fechou os olhos. Sentiu as lágrimas se formarem novamente.

Ficou de olhos fechados um longo tempo e quando os abriu....escuridão.

Teria ficado cega? Seria possível ter escurecido tão rápido?

Estaria novamente na plataforma?

Tudo acontecendo tão rápido e tão sem sentido.

Cintia ouviu o barulho de passos vindo em sua direção. Dessa vez não iria desmaiar. Iria gritar com toda a força de seus pulmões.

Só que, antes que pudesse gritar, a luz voltou e o que Cintia viu ao seu redor fez com que seu coração parasse de bater.

Seu corpo foi arrastado sabe-se lá pra onde...sabe-se lá por quem.

Cintia jamais foi encontrada.








Isso sim é terror!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

15 filmes de terror que foram baseados em fatos reais

A marca do medo
A trama se passa no ano de 1974, e fala sobre um grupo de pesquisa da Universidade de Oxford, chefiado pelo professor Joseph Coupland, psicólogo dedicado a comprovar a tese de que a mente humana é responsável por criar seus próprios demônios. Para isso, os pesquisadores isolam a perturbada Jane Harper em uma casa e começam a fazer experimentos para provar que a aparente possessão demoníaca que domina a jovem é apenas uma façanha de sua própria mente. Na história original, grupo de pesquisa de Oxford realmente existiu, mas os relatos desta história foram realizados pelo único sobrevivente da equipe, que ficou meio perturbado.
Horror em Amityville
Lançado em 2005, o filme mostra várias eventos sobrenaturais após a chegada da família Lutz em uma mansão, na vila nova-iorquina, onde um ano antes um homem assassinou sua família. A história, aliás, se basa em um livro não-ficcional, chamado The Night the DeFeos Died, que relata o assassinato cometido por Ronald DeFeo Jr. , julgado e condenado pelo crime em 1974.
Tubarão
O de Steven Spielberg conta a história de Amity Island, uma comunidade fictícia de pescadores, que vive temerosa pela presença de um tubarão branco de 25 metros de comprimento. Pouca gente sabe, mas a trama foi inspirada em uma série de ataques de tubarões que aconteceu em 1966, na costa de New Jersey, nos Estados Unidos. Cinco pessoas foram atacadas e quatro morreram. O grande tubarão branco que espalhava o terror na região tinha sete metros e foi morto em 14 de julho do mesmo ano. Em seu estômago foram encontrados restos humanos.
A garota da casa ao lado
A história é ambientada em 1958 e acompanha a trágica sorte de Meg, uma jovem sequestrada e torturada por seus vizinhos. O filme, inclusive, foi inspirado na história do assassinato da jovem Sylvia Likens, torturada até a morte aos 16 anos, por Gertrude Baniszewski, seus filhos e diversas outras crianças da vizinhança. O crime foi considerado o mais desumano até então já cometido no estado de Indiana, nos Estados Unidos.
O exorcista
A história horripilante do filme acompanha a tentativa de dois padres de exorcizar um demônio que possui o corpo de uma menina de 12 anos. Essa saga, aliás, é contado no livro, também chamado O exorcista, que se baseia em um artigo publicado em 1949 sobre o exorcismo um garoto de 13 anos, em Mount Rainier, Maryland. Apesar de ter um fundo de verdade, relatos atestam que o comportamento do menino não foi tão violento ou sobrenatural quanto no filme, e nenhum padre morreram no processo.
A maldição dos mortos-vivos
O filme conta a história de um botânico americano que é enviado ao Haiti, a mando de uma empresa farmacêutica, para investigar uma substância usada pelos praticantes de vodu para transforma seus inimigos em zumbis. Embora alegue ser baseado em fatos reais, o filme é considerada uma adaptação exagerada de um livro escrito pelo cientista canadense Wade Davi, que narra suas experiências com zumbificação no Haiti.
Psicose
A história do assassino Norman Bates foi inspirada na vida de Ed Gein, um cidadão de Winconsin (EUA), condenado em 1957 pelo assassinato de duas mulheres e por ter desenterrado cadáveres que se pareciam com sua mãe. Ele foi considerado psicologicamente perturbado e passou o resto da vida em uma instituição para tratamento mental.
O Massacre da Serra Elétrica
Esse foi outro filme inspirado na loucura de Ed Gein. Assim como sugere o nome do personagem, que veste a pele de suas vítimas como máscara, Gein removia a pele de suas vítimas mulheres com a intenção de se parecer com sua mãe.
Viagem maldita
No filme, o carro de uma família norte-americana quebra no meio da estrada, em um passeio de final de semana. É assim que eles passam a ser perseguidos por um grupo de assassinos que ataca no deserto. A trama, como contam, foi inspirada na lenda de Alexander “Sawney” Bean, escocês que teria liderado um grupo de 40 pessoas que, durante 25 anos, viveu em cavernas e comeu suas mais de mil vítimas.
Os estranhos
Lançado em 2008, o filme conta a história de Kristen e James, um casal que decide sair de férias e ficar em uma casa afastada da cidade. Acontece, no entanto, que eles passam a ser ameaçados por três homens mascarados, com quem lutam para sobreviver. A história não tem nada de muito surpreendente, mas, conforme o diretor do filme, a trama foi inspirado por uma série de arrombamentos que aconteceram em seu bairro, quando era criança.
Evocando espíritos
Na trama, uma família é forçada a se mudar para perto de uma clínica especializada, na qual o filho adolescente recebe tratamento contra o câncer. É quando uma série de eventos sobrenaturais e violentos começa a acontecer na nova casa. A história do filme foi inspirada no relato real de Al e Carmen Snedeker, casal que viveu em uma casa supostamente assombrada, onde antes funcionava uma funerária. Os acontecimentos vividos pela família inspiraram ainda um documentário sobre a presença de espíritos no lugar.
Brinquedo assassino
A história de Chucky, um boneco possuído pela alma de um assassino em série, foi inspirada pelo relato supostamente real de uma enfermeira jamaicana. Ela teria presenteado o filho de sua patroa com um boneco de vodu de 1m de altura, a quem ele deu seu próprio nome: Robert. Segundo a história, desde que o garoto ganhou o boneco, eventos sobrenaturais começaram a assombrar a família. Conforme a enfermeira, o brinquedo possuído tinha poderes sobre o menino.
A hora do pesadelo
Freddy Krueger é um dos personagens que mais aterrorizou o sono das pessoas. Sua trama fala sobre a criatura que mata, ao entrar nos sonhos alheios. A verdade por trás do filme é que Wes Craven se inspirou em um artigo publicado pelo LA Times, nos anos 80, que abordava uma série de relatos sobre homens de origem asiática, que morreram dormindo durante pesadelos. Em um dos relatos, um rapaz de 21 anos afirmava que não queria dormir por ter medo de morrer durante um sonho ruim muito estranho que vinha tendo.
O exorcismo de Emily Rose
O filme fala sobre uma advogada agnóstica, que se envolve na defesa de um padre, líder de um exorcismo que resultou na morte da garota Emily, supostamente possuída. Aliás, a trama remonta a história real de Anneliese Michel, uma alemã de 16 anos que apresentava sinais de possessão e que passou uma por duras sessões de exorcismo durante 10 anos. Além disso, a menina se recusava a comer e sofrer ferimentos durante os eventos. Ela acabou falecendo em 1976, quando seus pais e os padres foram condenados pela morte da garota, embora somente os eclesiásticos tenham cumprido seis meses de prisão.
Do Inferno

No filme, um investigador da Scotland Yard, em Londres, por volta de 1888, busca o rosto por trás do mito conhecido por Jack, o Estripador. O serial killer foi responsável pela morte de cinco pessoas e permanece sem identificação até hoje. Aliás, esse não foi o único filme sobre Jack ao longo da história do cinema.


Os dez filmes mais assustador e macabro que existe.

1. O Exorcista
Esse clássico de 1973 vai aparecer no topo das listas até que alguém consiga superar essa história assustadora. O filme conta a história de uma garota que está mostrando sinais de possessão demoníaca, por isso sua mãe decide buscar a ajuda de dois padres, para salvar a alma de sua filha.
O filme é perfeito porque tudo nele funciona: o elenco é competente, o nível de tensão é imenso, a música se encaixa milimetricamente em cada cena, soube criar várias cenas que entraram para o imaginário do cinema e os sustos são sempre MUITO grandes.
2. O Iluminado
Comecemos pelo fato de esse filme ser baseado em um livro do Stephen King, dirigido por Stanley Kubrick e protagonizado por Jack Nicholson. “O Iluminado” conta a história de uma família bem normal, que aceita se mudar para um hotel no meio do nada.
O pai, que é um escritor, começa a ter visões do passado daquele hotel e ficar mental e espiritualmente perturbado. Alucinações começam a tomar conta da família, que não tem como escapar de lá. O filme é ótimo pelas imagens macabras que cria, pelas caras do Jack, pela ótima história e atuações e também pela cena do banheiro, que entrou para a história.
3. Poltergeist
Depois de assistir a “Poltergeist”, você nunca mais vai deixar sua TV ficar com chuviscos. Uma família fica maravilhada quando descobre que fantasmas estão habitando sua casa. No começo, sentir aquela presença e ver objetos se movendo é incrível.
Mas, os espíritos não estão muito a fim de brincadeira e logo começam a atormentar os Freeling e sequestram a filha do casal.
4.O Chamado
Uma fita cassete parece matar qualquer pessoa que a assista, sete dias depois de ter visto. Uma jornalista decide investigar essa “lenda urbana” depois que seu sobrinho é uma das vítimas.
Durante a sua investigação, ela descobre uma história assustadora por trás da lenda, de uma garota que foi morta de forma trágica. Mas agora, a própria jornalista e seu filho estão correndo o risco de serem mortos, se não resolverem o mistério.
O filme tem sustos ótimos, te faz tapar os olhos várias vezes. E se o telefone tocar depois de assistir, você vai descobrir quão rápido consegue correr.
5. Arraste-me Para o Inferno
Sam Raimi estava famoso por dirigir “Homem-Aranha”, mas decidiu fazer o tipo de filme que ele mais ama: um terror. E foi assim que surgiu “Arraste-me Para o Inferno”, com a história da jovem funcionária de um banco que é amaldiçoada por uma velha nojenta.
Christine vai ter que correr contra o tempo se quiser se livrar dessa praga e não ser arrastada para o inferno em alguns dias.
6. O Exorcismo de Emily Rose
Depois de ver “O Exorcismo de Emily Rose”, talvez você queira comprar fraldas. O filme mostra uma advogada cética que decide defender um padre acusado da morte de Emily Rose, enquanto tentava exorcizá-la.
Com áudios assustadores e sustos que você não vai esquecer tão cedo, o filme é muito bem feito e cria um clima de suspense excelente. Você vai ficar com medo de acordar de madrugada e de qualquer barulhinho durante a noite.
7. The Evil Dead: A Morte do Demônio
Estamos falando do original, lançado em 1981, que é um dos filmes mais bizarros já exibido nesse planeta. São cinco amigos que vão parar em uma cabana no meio do nada. Lá, acabam lendo um tal livro dos mortos, que invoca vários espíritos até o lugar.
O filme poderia ser só muito assustador, mas ele também é grotesco. Num nível mais do que nojento. Os jovens são assombrados das maneiras mais estranhas e inimagináveis possíveis.
8. Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado
Se alguém juntar “terror” e “tailândes” na mesma frase, você sabe que ela não está pra brincadeira. Os caras sabem fazer bons filmes de terror. E é exatamente o que acontece aqui, numa história que resume um medo comum a todo mundo que já tirou uma fotografia.
Um fotógrafo começa a perceber manchas em todas as fotos que tira. Olhando melhor, percebe que as manchas na verdade são espíritos que aparecem nas fotos. Depois de falar com alguns amigos, começa a descobrir uma história do passado que o deixa bem perturbado.
9. A Hora do Pesadelo
Simplesmente o filme que marca o nascimento de Freddy Krueger, uma das figuras mais assustadoras que a gente já viu. No filme, o monstro com garras começa a aparecer no sonho de várias crianças.
Mas esse sonho começa a parecer mais real do que eles imaginava, quando mortes começam a acontecer.
10. Extermínio
“Extermínio” entra na nossa lista por ser um filme de zumbis com uma ótima história e vários sustos. O filme mostra um cara que acorda depois de 28 dias em coma e descobre que o mundo está deserto.

Depois de perambular, descobre que um vírus que estava sendo testado em animais acabou se espalhando e transformando a raça humana em mortos vivos. Depois de ser resgatado por um grupo de sobreviventes, ele vai precisar se adaptar e como descobrir nesse novo mundo assustador.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Contos de Terror - A Lenda do Casarão Mal – Assombrado

Este é um conto de terror conhecido por muita gente.

Reza a lenda que no final da rua, de uma cidade do interior, existia um casarão onde o proprietário havia sido assassinado de forma cruel por um bando de ladrões. Atraídos por uma história que o velho possuía um tesouro composto de ouro e pedras preciosas escondido em algum lugar da casa os marginais invadiam o local e o torturaram para que ele revelasse onde estava o tesouro. Porém o velho era pão duro e teimoso, por isso se recusou a fazê-lo. Os marginais o esquartejaram e lançaram o que sobrou na lareira.

Desde então todos os anos, a meia noite do dia do aniversário de sua morte, o fantasma do velho aparece pedaço por pedaço na lareira, caindo pela chaminé. Dizem que se você esperar por tempo suficiente o corpo do velho irá se reintegrar e o fantasma lhe dirá onde está o tesouro. Ocorre que ninguém tem coragem suficiente para assistir a cena sobrenatural até o fim.

Na data do aniversário da morte do velho dois garotos chamados João e Tonico estavam na escola quando ouviram a lenda do casarão assombrado pelo velho proprietário. Eles afirmaram que não acreditavam em assombrações e seus amigos caçoaram deles os desafiando para que provassem a sua valentia. O desafio era que eles passassem aquela noite no local.

Assim que escureceu os outros garotos acompanharam os dois valentes até local, receosos ficaram esperando em frente a casa enquanto viam João e Tonico pularem pela janela e sumirem na escuridão.
Dentro da casa a atmosfera estranha e fria, sombras fantasmagóricas eram projetadas na parede pela luz das lanternas dos garotos. Parecia que ninguém tinha ido até o local por anos, pois a poeira e teias de aranha cobriam tudo. Corajosos os dois acomodaram seus sacos de dormir próximo a velha lareira quando João olhou para seu relógio e verificou que era meia noite em ponto.

Imediatamente ouviram um barulho estranho, era como se algo tivesse caído pela chaminé da lareira. Chegando mais perto viram que se tratava de uma perna decepada. Tonico soltou um grito de terror enquanto outra coisa caia pela chaminé, quase caindo por cima deles. Perceberam que era a outra perna cortada.

Paralisados pelo terror e sentindo as pernas tremerem viram que outros membros vinham rolando pela chaminé, até que uma cabeça tenebrosa caiu sobre os restos mortais. Como vermes rastejantes os membros se juntaram até formarem um cadáver fantasmagórico. Movendo os olhos e observando as crianças o velho apontou na direção delas.

As outras crianças, que estavam lá fora, ouviram gritos sobrenaturais provenientes do interior da casa. Amedrontados ficaram do lado de fora até o amanhecer do dia. Mesmo com medo eles se aproximaram e pela janela viram um grande baú de madeira em frente a lareira. Animados eles correram para dentro da casa e descobriram que a arca estava cheia de moedas de outro e pedras preciosas. Até que um deles recuou aterrorizado, por baixo do baú havia pernas ensanguentadas. Então eles puxaram a caixa que revelou os corpos esmagados de Joao e Tonico. A arca do tesouro havia caído em cima deles...



Fonte: Clube do Medo

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Sombra - Uma parábola

A todos.
Deixo uma das histórias do grande gênio do terror 
Edgar Allan Poe. 
Se divirtam. 



SOMBRA - UMA PARÁBOLA. 



Vós, que me ledes, estais vivo; mas eu, que escrevo, há muito declinei em meu caminho para as regiões das sombras. Porque estranhas coisas ocorrerão e coisas secretas serão reveladas; e muitos séculos terão decorrido até que os homens leiam estas memórias. E, quando as virem, alguns não lhe darão crédito e outros irão duvidar; contudo, uns poucos encontrarão razões para meditar sobre os caracteres aqui gravados com férreo estilete.

O ano tinha sido de terror e de sensações muito mais intensas que o terror, para o qual não existe nome sobre a terra. Pois se sucederam muitos prodígios e muitos sinais e, em toda parte, sobre o mar e sobre a terra, estendiam-se as asas negras da Peste. Para aqueloutros, doutos na leitura das estrelas, não era estranho que os céus revelassem uma fisionomia de desgraças; mas, para mim, o grego Óinos, e para os meus companheiros, era evidente que havia chegado a alternação daquele ciclo de setecentos e noventa e quatro anos, em que, à entrada de Áries, o planeta Júpiter entra em conjunção com o anel vermelho do terrível Saturno. O espírito característico dos céus, se muito não me engano, era visível não apenas na órbita física da Terra, mas, igualmente, nas almas, na imaginação e excogitações da humanidade.

Sentados em volta de algumas garrafas de vinho tinto de Quios, na sombria cidade de Ptolomais, formávamos nós, à noite, um grupo de sete pessoas. Não havia, em nossa sala, outra entrada senão a enorme porta de bronze, que havia sido fundida pelo artista Corino; era de rara compleição e estava trancada por dentro. No sombrio aposento, negras cortinas alijavam-nos da visão da Lua, das fúnebres estrelas e das ruas desertas. Mas o presságio e a lembrança do mal não podiam ser excluídos. Em torno de nós e dentro de nós coisas havia que não podem ser descritas ― coisas materiais e espirituais: uma atmosfera pesada, uma sensação de sufocamento, de ansiedade e, sobretudo, esse terrível estado de existência em que os nervos experimentam quando os sentidos estão vivos e despertos, ao passo em que as faculdades da mente estão inativas. Um peso mortal nos afligia. Caía sobre os nossos corpos, sobre os móveis e sobre os copos. E tudo era depressivo e tenebroso, salvo as chamas de sete lâmpadas de ferro que alumiavam a nossa orgia: alçando-se em altos e delgados espectros de luz, permaneciam elas ardendo, pálidas e imóveis. E no espelho que o seu reluzir formava sobre a mesa redonda de ébano, em torno da qual nos reuníamos, cada um contemplava a palidez de seu próprio semblante e reparava no inquieto brilho dos olhares de seus companheiros. Entretanto, ríamos. E estávamos alegres ao nosso próprio modo histérico. E cantávamos as canções de Anacreonte, que eram ensandecidas, e bebíamos muito, ainda que o vinho púrpura lembrasse-nos a cor do sangue. Porque havia outro companheiro ali na sala: o jovem Zoilo jazia morto, estendido e amortalhado, como se fosse o gênio e o demônio da cena. Mas... Ah! Ele não participava de nossa alegria, salvo o seu rosto, convulsionado pela Peste; e seus olhos, nos quais a morte apenas havia apagado a metade do fogo da Peste, pareciam ter um certo interesse no nosso júbilo, o mesmo júbilo que certamente os mortos sentem por aqueles que irão morrer. Mas ainda que eu, Óinos, sentisse que os olhos do defunto estavam fixos em mim, constrangia-me a não perceber a amargura de sua expressão e, enquanto contemplava fixamente as profundezas do espelho de ébano, em voz alta e sonora cantava as canções dos filhos de Téos. Mas, pouco a pouco, minhas canções foram cessando e seus ecos, perdendo-se nas sombrias cortinas da sala, minguaram até se tornarem inaudíveis, e desvaneceram-se completamente. Mas eis que dentre aquelas cortinas, onde os ecos do canto morriam, penetrou uma sombra obscura e indefinida. Uma sombra como a da Lua quando se inclina no céu e assume a fisionomia de um homem; mas aquela não era a sombra de um homem, nem de Deus, nem de um deus da Grécia ou da Caldeia, ou mesmo do Egito. E a sombra postava-se sobre a entrada de bronze, por baixo do arco da porta, sem um movimento, sem dizer palavras, e ali, imóvel, deixou-se ficar. Se bem me recordo, os pés do amortalhado Zoilo voltavam-se para a porta na qual a sombra descansava. Mas nós, os sete ali reunidos, tendo visto a sombra, no momento em que ela avançava sobre os cortinados, não nos arrojávamos a contemplá-la fixamente, senão baixamos os olhos e miramos as profundezas do espelho de ébano. Finalmente eu, Óinos, balbuciando em voz baixa, perguntei à sobra qual a sua morada e seu nome. E a sombra respondeu:

―Eu sou a SOMBRA e a minha morada jaz nas proximidades das Catacumbas de Ptolomais, junto às lúgubres planícies de Helusão, que margeiam o imundo canal de Caronte.



Então, levantamo-nos os sete de nossas cadeiras, tomados de horror, trêmulos, pálidos, porque o tom de voz da sombra não era o de um único ser, mas o de uma multidão de seres; e , variando em suas cadências, de uma sílaba para outra, penetrava obscuramente em nossos ouvidos, com inflexões familiares, e bem recordadas, dos muitos milhares de amigos que já morreram.