"Aquele momento em que você sente que está sendo observado...
E olha para os lados, para cima, para baixo e não vê nada.
E quando olha para a frente".
SURPRESA!!!
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Cuidado
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Manchas
Em meados de
1990 na cidade de Campo Grande, um casal se muda para uma casa muito bonita,
eles eram perfeitos juntos, a casa era confortável, e muito bonita, Julie
adorou o lugar, para ela aquele era o lugar mais legal para se morar, Paul
também tinha gostado, depois de um mês morando naquela casa, Paul e Julie
teriam uma grande surpresa, ela estava grávida de 2 meses de Paul, que
maravilha, os dois adoraram a notícia nova, contaram a todos da família deles
que ganharam muitos presentes.
Paul trabalhava de açougueiro, e
Julie era secretária em uma empresa muito famosa.
Os dois quase nunca brigavam,
eles eram o casal perfeito, mais Paul escondia uma coisa de Julie, ele enchia a
cara quando ela não estava por perto ou quando saia cedo do trabalho, mais isso
não era nada, eles se gostavam, era o que importa.
Passaram se então 7 meses, Julie
começou a sentir dores muito forte em sua barriga, coisa que ela não sentia,
para sua surpresa a bolsa estourou, mais Paul ainda não tinha voltado para a
casa ainda, e ela não conseguia manter contato com ninguém, o telefone estava
muito longe. Paul entrou na casa! Estava estranho! Os olhos todo vermelho, não
deu nem boa noite para sua mulher, foi direto para a cozinha.
- Julie cadê a comida? Porque
você não fez?
- Mas...
- Sem mais! Eu quero agora!
- Paul... Por favor! Ajude-me!
Paul parecia está muito louco.
Ele pegou sua faca de açougueiro
que ele carregava, chegou perto de Julie.
- Paul a bolsa...
Antes que ela terminasse de
falar, Paul enfiou a faca em sua garganta.
- Não quis me dar comida, agora
sofra.
Quando ele fez isso, sua esposa
morreu na hora. Uma coisa então aconteceu, seu filho que ele tanto esperava,
tinha acabado de nascer, ao ver aquilo, Paul voltou ao normal, ele tinha se
embebedado de novo. Ao ver seu filho chorando e sua mulher morta entrou em
desespero profundo, ele não conseguia lembrar de quase nada. Ele começou a
gritar... Eram gritos de desesperos, um vizinho ouviu os gritos e logo chamou a
policia.
Quando a policia chegou, Paul
estava ajoelhado com o bebê no colo e chorando pelo o que ele fez a sua mulher
que tanto amava.
- O que está acontecendo aqui?
Disse um policial.
- Policial. Por favor! Leve meu
filho ao hospital, por favor! Eu não sei o que houve comigo. Eu assassinei
minha mulher.
Aos choros, Paul se entrega ao
policial que é levado preso. A criança então foi levada ao hospital mais
próximo, mais a triste notícia é que ele não resistiu, e morreu. :/
A família de Julie estava de
luto, fizeram o enterro de Julie junto com a do bebê.
- Quero justiça! Isso não pode
acabar assim!
Disse a mãe de Julie.
No julgamento, o juiz decretou
que Paul pagaria pena de 20 anos.
Passaram se 10 anos depois
daquela tragédia.
A mãe de Julie ganhou a casa e
decidiu vende lá, um casal ficou interessado na casa, e depois de mostrar toda
a casa para eles, a mãe de Julie fechou o contrato e vendeu a casa.
Marcos e Ana eram os novos
moradores da casa, eles adoraram aquele lugar, mais Ana que desde pequena era
meio preocupada, quando chegou ao lugar pela primeira vez sentiu um frio na
barriga, a mãe de Julie não tinha contado sobre a história de sua filha para
eles, conseguiram esconder todas as marcas do que aconteceu aquele dia.
Marcos tinha 20 anos e
trabalhava de marceneiro e Ana tinha 18 e era auxiliar administrativa.
Ana saiu com suas amigas
para comprar coisas para arrumar a casa como tapete, cortinas e etc... Enquanto
Marcos foi trabalhar como fazia de segunda a sábado, nesse dia Ana estava de
folga.
Com ajuda de suas amigas, Ana,
começou a arrumar a casa, estava ficando muito legal. Quando chegou à sala, ele
viu pequenas manchas pretas no chão, ela achou aquilo muito estranho, mais
preferiu não comentar nada, achou que poderia ser manchas conforme o tempo.
Mais tarde quando Marcos
chegou, ele agradeceu a sua esposa por deixar a casa linda, ele tinha uma
surpresa para ela, ele havia comprado ingresso para uma peça de teatro que ela
tanto queria ver. Chegou no dia do espetáculo, eles foram, Ana estava muito
ansiosa, imagino! Era uma peça especial para ela. Eles saíram de casa, cerca de
umas 21h, a peça iria começar às 22h.
00h eles estavam voltando para
casa, eles adoraram a peça. Chegando em casa, eles levaram um susto.
Os vidros da casa estavam
quebrados, o casal se assustou na hora, quem será que fez isso? E por quê?
Ligaram para policia que chegou
rápido no local, fizeram uma averiguação, mais não encontraram nada.
Eles estavam espantados, os
policias recomendaram que eles fossem à delegacia fazer o BO mais no dia
seguinte.
Eles foram dormir, Ana estava
assustada, não conseguia dormir, Marcos dormiu como se nada tivesse acontecido.
Eram 03h da manhã e Ana começou
ouvir sons estranhos que vinha do lado de fora da casa, como se alguém
estivesse correndo, ela tentou olhar pela janela, mais estava escuro, de
repente parou, mais logo começou de novo, em seguida, ela sentiu como se essa
pessoa tivesse adentrado a casa, ele começou a chamar o Marcos, mais em uma
forma que a pessoa que ela estava ouvindo não escutasse, de repente ela começou
a ouvir passos pela sala, ela foi verificar o que era já que Marcos estava em
um sono profundo. Ela foi caminhando devagar, devagar, devagar... Passou pelo
banheiro, de repente passa um reflexo pelo espelho do banheiro, ela se
assustou, mais preferiu continuar andando, passou pela cozinha, uma sensação
dentro de seu corpo tomou conta dela, chegou perto da cozinha e ouviu um certo
choro de bebê, nesse momento ela parou, e o som do bebê parou também. Quando
ela chegou à sala, ela viu um certo movimento, aquelas manchas que ela tinha
visto enquanto arrumava a casa estava um pouco maior... Ela começou a tremer e
atrás dela apareceu alguém.
- Ahhhhhhhhhhhhh! Gritou Ana
Era Marcos
- O que você está fazendo aqui? -
Disse Marcos.
- Eu ouvi barulhos e vim ver o
que era.
Marcos que sábia que sua esposa
sempre dizia coisas do tipo em que nunca era verdade, fingiu que acreditou,
mais não disse nada.
- Amanhã a gente vê isso melhor,
vamos dormir.
Enquanto estava voltando para o
quarto os sons não a incomodaram mais.
Na manhã seguinte, Julie estava
na sala, Marcos ainda dormia. Ela foi verificar a mancha, percebeu mesmo que
estava maior do que a primeira vez que ela viu.
Ela foi à porta e viu que tinha
manchas de sapato na calçada, mais pelo lado de fora da casa não achou nada de
diferente.
De repente começou a chover
forte, Marcos acordou, Julie decidiu contar com calma o que tinha acontecido.
Quando ela foi mostrar as manchas
de sapato na calçada perto da porta da casa, não estava mais lá, a chuva tinha
tirado.
Aguardaram a chuva parar e foram
na delegacia fazer o BO.
Chegando eles tiveram uma
surpresa, o delegado contou uma história que deixaram eles abalado.
- Há cerca de uns 10 anos
atrás, moravam um casal na casa de vocês, Paul e Julie, depois de beber ele
chegou em casa estressado e assassinou a sua mulher na sala com uma facada na
garganta e ela estava grávida e a bolsa havia estourado e ela e o bebê chegaram
a óbito. Há duas semanas Paul conseguiu fugir do presídio e estamos fazendo de
tudo para pega-ló novamente.
Os dois ficaram espantados com
essa história, a policia os acompanhou eles até a casa e fizeram uma vistoria
em tudo novamente, mais não encontraram nada, nem pista. Eles foram embora!
O clima estava tenso na casa. Ela
mostrou as manchas para Marcos.
-Será que foi aqui que Paul matou
Julie? Perguntou Ana
- Provavelmente. - Respondeu
Marcos.
Como era domingo, os dois foram
dormir cedo, quando os dois acordaram com certo choro de bebê, espantados,
foram investigar o que era aquilo, o som ia parando ao poucos, quando chegaram
à sala, aquela mancha preta na sala tinha virado sangue, e nesse momento, atrás
da porta, Paul saiu e tentou acertar a faca em Marcos, mais ele não conseguiu,
Marcos conseguiu imobilizar Paul, e tirou a faca de sua mão.
- Você é louco? Perguntou Marcos.
Paul não disse nada.
De repente, uma luz estranha na
mancha que tinha virado sangue, estava se formando um rosto, era um rosto de
uma mulher quando do nada, uma mulher nua estava segurando um bebê
recém-nascido em seus braços, o bebê chorava muito. Todos ficaram chocados e
assustados com o que estavam vendo, era impressionante. Do nada, os objetos da
casa começaram a cair, as luzes acendiam e apagavam sem parar, e a mulher veio
do lado de Paul. Quando chegou perto, começou a chorar, Marcos se afastou e
decidiu ver o que ia acontecer. Paul desmaiou, nesse momento ela sumiu
então a policia chegou, Ana estava meio tonta, os policias entraram na
casa e viram que Paul estava lá, levaram ele para um centro médico, já que
estava desmaiado e aproveitaram e levaram todos junto.
No centro médico, todos riram de
Marcos quando ele contou o que havia acontecido ninguém acreditaram, eles se
sentiram lixo.
Eles voltaram para casa,
não queriam mais ficar naquele lugar, mais era meio obvio isso, quando entraram
em casa, foram andando devagar, para ver se nada aconteceria, por enquanto não,
até o momento em que as portas de trancaram sozinha, os moveis começaram se
mexer, objetos a cair novamente, Marcos e Ana estavam desesperado olhando para
tudo aquilo, quando atrás deles, a mesma mulher de branco da última vez, os
olhos dela era branco e estava saindo sangue deles, ela estava triste, e em
seus braços um bebê. Por incrível que pareça, essa mulher começou a falar com
eles.
- Por favor! Não se assustem! Eu
sei que causei medo em vocês... Ajudem-me! Ajudem-me!
Assustada, Ana responde.
- Em que podemos ajudar?
Quando ela iria responder, alguém
bate na porta e interrompe.
Era Sidnei vizinho do casal, ele
conseguiu entrar na casa.
- Por favor, não diga nada a
eles!
Implorou a mulher de branco e de
repente ela some e faz com que toda a casa fique como era
- O que houve aqui?
Perguntou Sidnei.
O casal não respondeu a
pergunta.
O que faz aqui? Quem é
você?
Perguntou Marcos.
- Sou vizinho de vocês, eu
escutei barulhos e gritos aqui, o que houve?
- Não escutamos nada, acho que
você se enganou.
Respondeu Ana
Nesse instante, Sidnei saiu da
casa, estava desconfiado com aquilo.
Depois que ele saiu, Marcos
implorou que ela voltasse.
Mais ela não voltou. Não naquela
hora!
Mais tarde, quando era quase meia
noite, o casal escuta o choro do bebê novamente, sem mais correram para sala
para ver. Era ela novamente que havia saído daquela mancha no chão.
Por favor! Conte a nos, quem é
você? E o que quer?
Com um olhar medonho mais triste,
a tal mulher decidiu que ia contar.
- Sou Julie, morava nessa casa
antigamente, fui assassinada pelo meu marido aqui nesse lugar, esse bebê que
seguro, era para ser filho dele, mais ele estava bêbado e estava irritado e me
matou justo quando a bolsa estourou, estava preste a ter ele, mais não
aconteceu, e ele morreu junto.
Os dois estavam chocados, eles
até suspeitavam que era Julie.
- Mais porque está fazendo isso
em nossa casa
Perguntou Ana.
- Desde esse dia eu não consigo
descansar em paz! Eu quero que Paul peça desculpas para mim.
Vocês poderiam fazer isso para
mim? Trazer Paul aqui prometo que tudo isso irá acabar.
Eles pensaram bem mais
concordaram com isso.
No da seguinte Marcos foi à
delegacia tentar convencer o delegado de deixar com que Paul fosse a casa dele
para se desculpar para Julie.
Ele riu tanto da cara de
Marcos.
- Por favor, confie em mim, se
quiser pode ir junto.
E eles foram.
Paul estava bobo com isso, ele
não acreditava, mais sempre que ouvia o delegado e Marcos conversando ele
chorava em silêncio.
Chegaram à casa, Paul foi
colocado em frente as manchas que tinha na sala.
- Minha querida! Eu nunca quis
fazer isso com você, me arrependo por tudo, poderíamos estar hoje feliz com nosso
filho e vivendo bem, mais eu fui um idiota em ter bebido, depois do que
ocorrido, eu fiquei louco, nem eu não conseguia me entender mais, eu sou um
completamente idiota.
Perdoa-me meu amor, você sabe que
eu não queria isso.
Nesse momento ele começou a
chorar.
Não tinha acontecido nada, o
delegado estava quase desistindo de esperar quando...
Ela começou a sair das manchas e
olhou bem para Paul.
- Meu amor você apareceu!
Disse Paul.
O delegado ficou bobo e
impressionado.
- Você sempre mereceu isso, agora
vai viver comigo.
Disse Julie
E enfiou uma faca no peito de
Paul que morreu na hora.
Todos se espantaram com
isso!
-Agora Paul e eu viveremos sempre
juntos!
Depois disse o fantasma de Julie
subiu e sumiu.
Ana, Marcos e o Delegado ficaram
como suspeitos pelo assassinato de Paul.
Mais não encontraram provas de
que foram eles os autores do crime.
Então foram liberados.
O casal volta para casa,
assustados, porém, estavam tranquilos porque tudo havia acabado bem.
Mais mesmo assim preferiram mudar
de casa, e quando saíram de casa.
Na porta da casa antiga.
Estava Julie e Paul dando tchau
ao casal.
Autor: Bruno Fernando Morais
Fonte: Historinhas Online
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Igreja Assombrada
Alguns anos atrás quando eu tinha 18 anos, me mudei para salvador com a
minha família, pois meu pai havia sido transferido pela empresa onde
trabalhava. Alguns dias depois voltando do colégio eu vi um cartaz na porta da
igreja dizendo que precisavam de zelador e decidi me candidatar à vaga. Depois
de conversar com o padre ele decidiu me dar uma chance e eu comecei no mesmo
dia, meu turno seria das três da tarde até as nove da noite, a igreja fechava
as sete então eu tinha duas horas para limpar o chão e os assentos.
No meu segundo dia coisas estranhas começaram a acontecer e eu fiquei muito assustado. Eram umas oito da noite e o padre havia ido jantar na casa de um amigo, eu fiquei sozinho na igreja terminando a limpeza. Eu fui até o armazém da igreja buscar alguns produtos e quando voltei para minha surpresa havia uma mulher vestida de luto ajoelhada em um dos assentos e estava chorando. A principio eu pensei que tinha deixado a porta aberta então fui me aproximando para falar com ela.
“Desculpe senhora mas a igreja já esta fechada, a senhora pode voltar amanhã as sete da manhã que ela já vai estar aberta.” – disse eu à mulher que continuou com a cabeça baixa e chorando.
Vendo o estado da mulher eu a deixei ficar por ali e quando eu fosse embora eu pediria que ela saísse comigo. Continuei limpando e acabei esquecendo a mulher até que escutei passos na igreja, quando eu olhei para a direção de onde vinha eu não vi nada e a mulher já não estava lá. Eu corri para a parte de atrás da igreja, onde tinha escutado os passos, por que pensei que ela tinha ido pra lá. Quando eu cheguei não tinha ninguém, então voltei ao saguão de missas chequei todas as portas da igreja e todas estavam trancadas.
“Onde esta meu filho?” – escutei uma voz vinda do altar.
Eu olhei e não tinha ninguém, só vi um vulto andando e desaparecendo. Com medo, eu saí correndo da igreja e acabei topando com o padre na porta. Ele estava muito abatido, perguntei o que era, ele me falou que sua mãe tinha falecido momentos atrás e ele veio se preparar para viajar para cidade onde ela morava. Ele entrou na igreja e eu fui atrás para ajudá-lo. A mulher estava outra vez ajoelhada no banco, quando passamos por ela o padre a ignorou totalmente e ela me olhou tirando o véu negro que cobria seu rosto. O terror tomou conta de mim, a mulher estava pálida e chorava muito. Eu decidi não dizer nada para o padre com medo que ele pensasse que eu estava fazendo uma brincadeira de mau gosto. Eu fiquei apavorado, queria sair da igreja, mas não queria deixar o padre sozinho. Ele começou a fazer a mala e tirou uma foto da cômoda e me mostrou, meu sangue gelou novamente, a mulher na foto era a mesma que chorava na igreja.
“Esta era a minha mãe, eu tirei a foto quando me transferiram para esta cidade, ela sempre pedia para que eu fosse visitá-la, mas como eu sempre estava ocupado aqui nunca foi. Agora ela faleceu e eu nunca mais vou vê-la.” Disse o padre com a voz tremula.
O padre foi para o enterro da mãe, por dois dias trabalhei somente de dia enquanto a igreja estava aberta, e quando o padre finalmente regressou, eu pedi demissão. Igreja agora eu só vou aos domingos, mas ainda morro de medo, vai ver que a mãe do padre ainda o está vigiando do além.
No meu segundo dia coisas estranhas começaram a acontecer e eu fiquei muito assustado. Eram umas oito da noite e o padre havia ido jantar na casa de um amigo, eu fiquei sozinho na igreja terminando a limpeza. Eu fui até o armazém da igreja buscar alguns produtos e quando voltei para minha surpresa havia uma mulher vestida de luto ajoelhada em um dos assentos e estava chorando. A principio eu pensei que tinha deixado a porta aberta então fui me aproximando para falar com ela.
“Desculpe senhora mas a igreja já esta fechada, a senhora pode voltar amanhã as sete da manhã que ela já vai estar aberta.” – disse eu à mulher que continuou com a cabeça baixa e chorando.
Vendo o estado da mulher eu a deixei ficar por ali e quando eu fosse embora eu pediria que ela saísse comigo. Continuei limpando e acabei esquecendo a mulher até que escutei passos na igreja, quando eu olhei para a direção de onde vinha eu não vi nada e a mulher já não estava lá. Eu corri para a parte de atrás da igreja, onde tinha escutado os passos, por que pensei que ela tinha ido pra lá. Quando eu cheguei não tinha ninguém, então voltei ao saguão de missas chequei todas as portas da igreja e todas estavam trancadas.
“Onde esta meu filho?” – escutei uma voz vinda do altar.
Eu olhei e não tinha ninguém, só vi um vulto andando e desaparecendo. Com medo, eu saí correndo da igreja e acabei topando com o padre na porta. Ele estava muito abatido, perguntei o que era, ele me falou que sua mãe tinha falecido momentos atrás e ele veio se preparar para viajar para cidade onde ela morava. Ele entrou na igreja e eu fui atrás para ajudá-lo. A mulher estava outra vez ajoelhada no banco, quando passamos por ela o padre a ignorou totalmente e ela me olhou tirando o véu negro que cobria seu rosto. O terror tomou conta de mim, a mulher estava pálida e chorava muito. Eu decidi não dizer nada para o padre com medo que ele pensasse que eu estava fazendo uma brincadeira de mau gosto. Eu fiquei apavorado, queria sair da igreja, mas não queria deixar o padre sozinho. Ele começou a fazer a mala e tirou uma foto da cômoda e me mostrou, meu sangue gelou novamente, a mulher na foto era a mesma que chorava na igreja.
“Esta era a minha mãe, eu tirei a foto quando me transferiram para esta cidade, ela sempre pedia para que eu fosse visitá-la, mas como eu sempre estava ocupado aqui nunca foi. Agora ela faleceu e eu nunca mais vou vê-la.” Disse o padre com a voz tremula.
O padre foi para o enterro da mãe, por dois dias trabalhei somente de dia enquanto a igreja estava aberta, e quando o padre finalmente regressou, eu pedi demissão. Igreja agora eu só vou aos domingos, mas ainda morro de medo, vai ver que a mãe do padre ainda o está vigiando do além.
O Porão
Anos atrás
minha família decidiu passar as férias na serra gaúcha e para isto alugou uma
pequena e antiga casa em Gramado para ficarmos durante duas semanas.
No andar térreo a casa possuía uma sala, banheiro e a cozinha. Os quartos eram no andar superior e havia ainda um porão que era usado apenas como depósito de coisas velhas contendo um sofá, armários e outras coisas sem muita importância.
No andar térreo a casa possuía uma sala, banheiro e a cozinha. Os quartos eram no andar superior e havia ainda um porão que era usado apenas como depósito de coisas velhas contendo um sofá, armários e outras coisas sem muita importância.
O primeiro
dia nesta casa transcorreu de forma tranquila: passeamos pela cidade, voltamos
a tardezinha, fizemos um delicioso fondue, brincamos e dormimos todos esgotados
pelas atividades do dia.
Na segunda
noite algo aconteceu: fomos acordados no meio da noite por um grito terrível
vindo do quarto de minha irmã. Quando meu pai chegou correndo até lá encontrou
a garota sentada na cama gritando e chorando muito. Meu pai se sentou ao seu
lado, a abraçou e perguntou o que havia ocorrido.
Ela contou
que tinha acordado sentindo um cheiro horrível. Quando ela abriu os olhos disse
ter visto o quarto inteiro encharcado de sangue, as paredes possuíam marcas de
mãos e pés, o liquido vermelho escorria pelas paredes e havia respingos por
todos os lados.
Todos pensaram
que havia sido apenas um pesadelo, porém minha irmã se recusou a dormir
novamente naquele cômodo e acabou se mudando para o de meus pais até o final
das férias.
Em outro dia
minha mãe estava fazendo o almoço, enquanto meu pai estava fora, e nós
explorávamos o porão, examinando cada coisa velha que achávamos por lá. Até que
ouvimos um estalo e a luz apagou nos deixando na escuridão. Apesar de ser dia,
o lugar ficava quase todo escuro iluminado apenas por uma claridade que vinha
do andar superior, nos permitindo ver apenas as paredes de pedras antigas.
Eu comecei a
ficar com medo, sem claridade aquele porão era assustador, nós estávamos
paralisadas sem saber direito o que fazer. De repente um mau cheiro
começou a invadir nossos narizes, me fazendo sentir náuseas... Era cheiro de
carne podre, como se houvesse algum animal morto por ali.
Um barulho
veio de um canto escuro, parecia que algo se arrastava pelo chão. Eu e minha
irmã gritamos e saímos correndo em direção da porta. Subimos a escada e lá embaixo
podíamos ouvir algo como se tivesse arranhando o chão, o cheiro de podridão
aumentava e a porta não queria abrir. Nós batíamos na porta e gritávamos sem
parar, até que minha mãe a abriu com cara de assustada.
Contamos o
que havia acontecido: a escuridão, sobre o cheiro de coisa podre e da coisa que
se arrastava pelo chão. Ela prontamente disse que estávamos impressionadas pelo
lugar antigo e que desceria até lá e substituiria a lâmpada, que provavelmente
estaria queimada.
Apreensivas
ficamos no topo da escada enquanto ela descia para o porão com uma lâmpada e
uma lanterna nas mãos, o tempo que ela ficou lá embaixo pareceu uma eternidade.
De repente ela surgiu da escuridão subindo os degraus correndo, fechou a porta
do porão e sentou-se em uma cadeira. Seu rosto estava branco e seus olhos
arregalados de medo.
- Eu não
quero que vocês desçam até lá novamente. – disse ela em voz alta, quase
gritando.
Em seguida
pegou o telefone e foi para a sala onde ligou para a policia. Nós a ouvimos
falando que havia visto alguém no porão. Enquanto esperávamos a policia,
ficamos todas juntas, olhando assustadas para a porta que ia para o andar
inferior, receosas que a qualquer momento, alguma coisa saísse de lá. Nossa mãe
recusou a dizer o que tinha visto lá embaixo.
Quando a
policia chegou, nossa mãe os recebeu e os chamou para entrar na casa. Chegou
até a porta do porão, a destrancou e eles desceram até a escuridão, empunhando
lanternas e as armas em punho. Ficaram por um longo tempo procurando, mas não
encontraram nada. O mais curioso é que não havia outra forma de sair lá
debaixo, pois o porão não tinha outras portas ou janelas.
Assim que os
policiais saíram, minha mãe contou o que havia visto lá no porão: ela estava
rosqueando a lâmpada no bocal quando começou a sentir o cheiro horrível que
havíamos descrito para ela, quase em seguida passou a ouvir um barulho
estranho. Então ela apontou a lanterna por todos os cantos até que avistou algo
entre um móvel antigo e a parede.
Era um homem
agachado, suas roupas estavam rasgadas, seus cabelos eram compridos e
desgrenhados, seu rosto estava todo distorcido, como se estive com uma
expressão de ódio. Assim que a luz da lanterna apontou em seu rosto, minha mãe
viu seus olhos vermelhos e então ele fez um movimento para o lado,
desaparecendo por entre as coisas velhas que haviam por lá. Neste instante
minha mãe deixou a lanterna cair de suas mãos e saiu correndo.
Depois
disso, tivemos que ficar mais aquela noite na casa. Trancamos a porta do porão
e colocamos algumas cadeiras na frente. Todos dormiram no quarto de meus pais
com a porta bem trancada. Nossas férias acabaram mais cedo e no dia seguinte
voltamos para casa...
Fonte: Clube do Medo.
Ator: Desconhecido.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Histórias Novas
O que fazer quando você compra uma casa e descobre que houve um assassinato nela?
E por causa disso sua vida vira um pesadelo.
Fique ligado na história nova do Blogger "Historinhas Online".
MANCHAS.
Em breve!!!
E por causa disso sua vida vira um pesadelo.
Fique ligado na história nova do Blogger "Historinhas Online".
MANCHAS.
Em breve!!!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Histórias Curtas Que Causam Medo.
"Objetivo dessas histórias, e para mostrar que histórias para ser assustadoras não precisa ser longas".
Ambuplay.
Ambuplay.
Divulgue com seus amigos!
3:)
Fonte: Show de Medo.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Mandem histórias para nós.
Você gosta de escrever histórias de terror?
Você leu uma história de terror e achou muito boa e quer que todos vejam?
Veja como é fácil.
Mande sua história para o Email da "Historinhas Online" e ela será postada aqui no Blogger.
Legal né?
Mande sua história para
canalhistorinhas@gmail.com
PS: Nao esqueça de colocar o nome do autor e a fonte.
Obrigado.
Você leu uma história de terror e achou muito boa e quer que todos vejam?
Veja como é fácil.
Mande sua história para o Email da "Historinhas Online" e ela será postada aqui no Blogger.
Legal né?
Mande sua história para
canalhistorinhas@gmail.com
PS: Nao esqueça de colocar o nome do autor e a fonte.
Obrigado.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
O Assassino do Estilete
Em uma escola de São Paulo, Kratos colecionava
vários tipos de estiletes, parecia ser o passatempo ideal para ele. Kratos é um
garoto normal, mas sofria bullyng na escola, por ser muito quieto e não tinha
amigos, e às vezes conversava sozinho.
Em uma tarde na escola, três garotos pararam Kratos, deram um surra nele, o pobre garoto saiu correndo de lá com lágrimas nos olhos, mais em meio à correria, Kratos virou para trás, ele estava estranho, com um olhar medonho e uma cara que só de ver assustava qualquer um.
À noite, um dos jovens que agrediram Kratos na escola tinha saído para se encontrar com uma garota. Carla, que menina adorável, pena que tinha fama de ser a "Galinha" da escola.
Estavam lá, os dois, em uma pizzaria famosa do bairro. Marlon tinha sensações estranhas, o coração gelava, e a garota percebeu, e tentou descobrir o que houve com ele.
- Marlon o que houve?
- Não sei Carlinha, estou com um sentimento estranho em mim, sei lá. Vou ao banheiro e já volto.
- Tudo bem.
E assim partiu para o banheiro. Chegando lá, lavou o rosto e ficou se olhando no espelho, quando de repente, a luz do banheiro se apaga ele meio preocupado fica procurando o interruptor. Mais a luz volta a se acender. Segundos depois a luz se apaga novamente, mais acende rápido, o jovem vê uma imagem de um garoto todo de preto no espelho, ele se apavora, e a luz apaga novamente.
Quando acende, o garoto estava em frente dele, com um estilete na mão, o jovem tenta correr, mais escorrega e cai.
Lá de fora ouviram se gritos, todos correram para ver o que poderia estar acontecendo, quando entram, encontraram o jovem todo ensanguentado e cortado, com um bilhete em cima.
“Jamais brinque com alguém que você não conheça".
No outro dia, na escola, teve uma homenagem ao jovem assassinado na noite passada, Kratos parecia estranho, mais nada que afetasse ninguém.
Kratos, saiu da sala e foi para a coordenação, não estava se sentindo bem, queria ir embora para a casa.
A coordenadora ligou para a mãe dele, e ela liberou.
Mais tarde ainda na escola, Carla estava andando no pátio, quando levou um arrastão, um garoto todo de preto derrubou ela.
- Menina, você sabe o que aconteceu, mais não disse nada. Parece está nervosa, peço que fique assim, não diga nada a ninguém porque eu saberei, e isso prejudicara você.
A garota não teve reação, não conseguia nem gritar. O jovem garoto de preto sumiu, e a garota voltou para sala, estava muito assustada, mais não queria contar a ninguém o que tinha acontecido, pois temia o que poderia acontecer.
Mais a professora queria saber o que tinha acontecido, então chamou o diretor da escola, para levar a garota para conversar com ele.
Chegando lá, eles conversaram.
- Carla, por favor, você não pode esconder nada de mim, eu preciso saber o que aconteceu.
- Diretor. Não posso!
- Pode sim.
- Promete não contar a ninguém.
- Prometo!
A garota respirou fundo e começou.
- Na noite de ontem eu estava com o "Marlon", estávamos na pizzaria, ele estava estranho, eu pude perceber, ele disse que ia ao banheiro, quando ouvimos gritos, fomos lá e ele estava morto, hoje, um garoto de preto me derrubou e disse que se eu contasse para alguém, ele me mataria.
- Mais contar o que?
- Que ele matou o Marlon.
- Ele estava aqui na escola
- Sim, por favor, não conte isso a ninguém, ele disse que vai me matar!
- Não se preocupe.
Em uma tarde na escola, três garotos pararam Kratos, deram um surra nele, o pobre garoto saiu correndo de lá com lágrimas nos olhos, mais em meio à correria, Kratos virou para trás, ele estava estranho, com um olhar medonho e uma cara que só de ver assustava qualquer um.
À noite, um dos jovens que agrediram Kratos na escola tinha saído para se encontrar com uma garota. Carla, que menina adorável, pena que tinha fama de ser a "Galinha" da escola.
Estavam lá, os dois, em uma pizzaria famosa do bairro. Marlon tinha sensações estranhas, o coração gelava, e a garota percebeu, e tentou descobrir o que houve com ele.
- Marlon o que houve?
- Não sei Carlinha, estou com um sentimento estranho em mim, sei lá. Vou ao banheiro e já volto.
- Tudo bem.
E assim partiu para o banheiro. Chegando lá, lavou o rosto e ficou se olhando no espelho, quando de repente, a luz do banheiro se apaga ele meio preocupado fica procurando o interruptor. Mais a luz volta a se acender. Segundos depois a luz se apaga novamente, mais acende rápido, o jovem vê uma imagem de um garoto todo de preto no espelho, ele se apavora, e a luz apaga novamente.
Quando acende, o garoto estava em frente dele, com um estilete na mão, o jovem tenta correr, mais escorrega e cai.
Lá de fora ouviram se gritos, todos correram para ver o que poderia estar acontecendo, quando entram, encontraram o jovem todo ensanguentado e cortado, com um bilhete em cima.
“Jamais brinque com alguém que você não conheça".
No outro dia, na escola, teve uma homenagem ao jovem assassinado na noite passada, Kratos parecia estranho, mais nada que afetasse ninguém.
Kratos, saiu da sala e foi para a coordenação, não estava se sentindo bem, queria ir embora para a casa.
A coordenadora ligou para a mãe dele, e ela liberou.
Mais tarde ainda na escola, Carla estava andando no pátio, quando levou um arrastão, um garoto todo de preto derrubou ela.
- Menina, você sabe o que aconteceu, mais não disse nada. Parece está nervosa, peço que fique assim, não diga nada a ninguém porque eu saberei, e isso prejudicara você.
A garota não teve reação, não conseguia nem gritar. O jovem garoto de preto sumiu, e a garota voltou para sala, estava muito assustada, mais não queria contar a ninguém o que tinha acontecido, pois temia o que poderia acontecer.
Mais a professora queria saber o que tinha acontecido, então chamou o diretor da escola, para levar a garota para conversar com ele.
Chegando lá, eles conversaram.
- Carla, por favor, você não pode esconder nada de mim, eu preciso saber o que aconteceu.
- Diretor. Não posso!
- Pode sim.
- Promete não contar a ninguém.
- Prometo!
A garota respirou fundo e começou.
- Na noite de ontem eu estava com o "Marlon", estávamos na pizzaria, ele estava estranho, eu pude perceber, ele disse que ia ao banheiro, quando ouvimos gritos, fomos lá e ele estava morto, hoje, um garoto de preto me derrubou e disse que se eu contasse para alguém, ele me mataria.
- Mais contar o que?
- Que ele matou o Marlon.
- Ele estava aqui na escola
- Sim, por favor, não conte isso a ninguém, ele disse que vai me matar!
- Não se preocupe.
O Diretor muito preocupado
esperou que a garota saísse de sua sala para chamar a policia.
No outro dia, a policia cercava o lugar atrás do jovem de preto.
Carla estava sozinha no banheiro, quando de repente, sentiu uma dor forte por trás de suas costas, era ele, estava armado com um estilete, quando a jovem caiu no chão ele começou a enfiar o estilete em todo o corpo dela, mais um barulho fez com que ele fugisse do local, era um policial, encontrou a jovem ensanguentada no banheiro.
- O que houve menina?
- Ele me pegou
- Onde ele está?
- Aqui dentro.
No outro dia, a policia cercava o lugar atrás do jovem de preto.
Carla estava sozinha no banheiro, quando de repente, sentiu uma dor forte por trás de suas costas, era ele, estava armado com um estilete, quando a jovem caiu no chão ele começou a enfiar o estilete em todo o corpo dela, mais um barulho fez com que ele fugisse do local, era um policial, encontrou a jovem ensanguentada no banheiro.
- O que houve menina?
- Ele me pegou
- Onde ele está?
- Aqui dentro.
O policial começou a busca
e pediu reforços, levou à garota, ela colocou a mão no bolso e encontrou um
bilhete.
“Eu disse para você não me entregar, agora sofra as consequências".
Ao ler, até os próprios policiais ficaram com medo, isso era incrível, como alguém poderia causar tanto terror assim.
Continuaram com a busca do garoto misterioso, mais para o azar deles, eles não o encontraram.
“Eu disse para você não me entregar, agora sofra as consequências".
Ao ler, até os próprios policiais ficaram com medo, isso era incrível, como alguém poderia causar tanto terror assim.
Continuaram com a busca do garoto misterioso, mais para o azar deles, eles não o encontraram.
As aulas foram suspensas
até que o assassino fosse encontrado, Carla tinha ficado louca, mandou ela para
uma clínica, ela estava totalmente debilitada, parecia ter usado uma droga
muito forte.
Ao tudo o que acontecia na escola, Kratos, parecia tranquilo, parecia que aquilo não tinha a ver com a escola em que ele estuda.
Ao tudo o que acontecia na escola, Kratos, parecia tranquilo, parecia que aquilo não tinha a ver com a escola em que ele estuda.
Uma semana mais tarde, as
aulas voltaram, todos os alunos estavam assustados, com medo de o tal assassino
voltar, todos menos o Kratos, ele parecia estar feliz.
Depois de um dia de aula
normal, todos voltaram a se interagir como sempre foram, parecia que a história
do assassino tinha sumido, e foi assim por um, dois, três, quatro dias...
A história do garoto
estava sumindo. Sempre, que alguém se lembrava da história o medo tomava conta
do lugar.
Hum ano se passou desde
que o assassino do estilete havia parado de matar os alunos da escola, aquilo
já estava virando história de terror apenas. Ixii, ninguém deveria ter falado
isso.
O diretor da escola, estava morto no dia seguinte, estava em sua sala, trancado com cortes em todo seu corpo, que inferno! Tudo aquilo tinha voltado de novo. O que fazer? E Agora?
Todos entrarão em desespero.
- Por favor! Ajude-Nos!
Implorou uma aluna com as mãos para cima.
O diretor da escola, estava morto no dia seguinte, estava em sua sala, trancado com cortes em todo seu corpo, que inferno! Tudo aquilo tinha voltado de novo. O que fazer? E Agora?
Todos entrarão em desespero.
- Por favor! Ajude-Nos!
Implorou uma aluna com as mãos para cima.
Nesse momento, algo aconteceu.
O misterioso garoto apareceu, estava todo com sangue, todos se afastavam do garoto, e ele mostrando seu estilete para todos.
O misterioso garoto apareceu, estava todo com sangue, todos se afastavam do garoto, e ele mostrando seu estilete para todos.
- Vocês adoram fazer os
outros sofrerem? Porque não posso fazer o mesmo com vocês.
Ele correu e enfiou o
estilete no professor de matemática.
- Isso é por ter gritado comigo.
- Isso é por ter gritado comigo.
Todos correram
desesperados.
- Não adianta fugir. Vou matar todos!
- Não adianta fugir. Vou matar todos!
Nesse momento ele
assassinou o secretário. A policia chegou à escola, já tinha muitas vitimas. A
policia pegou o assassino.
E para a surpresa de todos era Mário, irmão mais velho de Kratos. Todos se espantaram.
Que decepção!
Kratos estava quietinho ouvido tudo, todos acharam que era ele o assassino.
- Todos vão me pagar.
Todos!
Foi o que Mário disse.
E para a surpresa de todos era Mário, irmão mais velho de Kratos. Todos se espantaram.
Que decepção!
Kratos estava quietinho ouvido tudo, todos acharam que era ele o assassino.
- Todos vão me pagar.
Todos!
Foi o que Mário disse.
Quando perguntaram a
ele, porque fez isso, ele disse apenas:
- Eles maltratam meu
irmão, porque não posso maltratar eles?
Um silêncio de um minuto
tomou conta do lugar.
- Quando sair daqui, eu
mato os que faltaram.
Disse Mário com um olhar
macabro.
A família de Kratos mudou
do bairro onde morava, para assim tentar, uma vida melhor.
Mais aquelas imagens de
ódio de seu irmão assassinando todos ficaram guardadas em sua memória para
sempre.
Ator: Bruno Fernando Morais
Fonte: Historinhas Online
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