domingo, 7 de abril de 2019

A mulher sem expressão


Em junho de 1972, uma mulher apareceu no Hospital Cedar Senai, Los Angeles, Califórnia, em nada mais que um vestido branco coberto de sangue. Mas isso não causou nenhuma agitação, pois era um episódio monótono, as pessoas sofriam acidentes e procuravam pelo hospital mais próximo para atendimento médico. Porém, haviam duas coisas naquela mulher que chamaram a atenção e provocaram terror nos funcionários. A primeira é que ela não era exatamente humana, era como um manequim, mas sua flexibilidade e fluidez era de um ser humano normal. Seu rosto era tão perfeito como de um manequim, sem sobrancelhas ou maquiagem. A segunda razão pela qual os funcionários se agitaram, é que ela estava com um gato apertado entre seus dentes. Sua mandíbula estava tão apertada ao gatinho a ponto de nenhum dente poder ser visto. O sangue do gato jorrava para fora de sua boca, por cima do vestido e no chão. Então, um certo momento ela puxou-o para fora de sua boca e deixou-o jogado no piso do hospital.

A partir do momento em que ela foi levada para uma sala hospitalar, antes de ser limpa e preparada para a sedação, ela parecia completamente calma, sem expressão e sem movimento. Os médicos acharam melhor conte-la até que as autoridades chegassem para avaliar a situação, e ela não protestou. Os funcionários não foram capazes de obter qualquer resposta ou explicação dela, pois a maioria se sentia muito desconfortável em olhar diretamente para ela durante mais do que alguns segundos. 

Quando a equipe tentou dar-lhe o sedativo, ela se defendeu com força extrema. Dois membros da equipe dominaram e ergueram seu corpo em cima da cama para firmar-lhe. Sua expressão estava em branco. Ela revirou os olhos impassíveis para o médico com o sedativo e fez algo incomum. Ela riu. E enquanto ela ria, a enfermeira que estava logo ao lado gritou de terror e entrou em choque. Os dentes na boca da mulher não eram apenas dentes, eram pontos longos e afiados. Pelo que aparentava seus dentes estavam assim faz tempo, pois estavam sujos e entre eles, restos de comida. O médico olhou para ela por um momento e disse "Que diabos é você?". Ela se soltou dos doutores e mesmo assustada, continuava sorrindo. Houve uma longa pausa, um silêncio perturbador. A segurança foi alertada, sirenes e mais sirenes. Ao ouvir isso, ela se lançou para frente, afundando os dentes no pescoço do médico, rasgando sua jugular e deixando-o cair no chão, já morto. Ela se levantou, seus olhos eram perigosos e inseguros, afirmou a enfermeira. Ela se aproximou de outro doutor apavorado e disse "Eu... sou Deus". Os outros médicos olharam assustados para ela, enquanto ela ia cumprimentar os agentes de segurança.
Não se tem mais notícias do que aconteceu. Não se sabe ao certo se a história é mesma está. Esse relato acima foi dado pela enfermeira, que ajudou e presenciou tudo. Depois do incidente, ela deu uma entrevista para um escritor e nunca mais foi vista. O mesmo aconteceu com os outros dois médicos e os agentes policiais, que não quiseram dar entrevista. O caso ficou em aberto bastante tempo, mas depois de um tempo foi para os não resolvidos.


sábado, 26 de janeiro de 2019

A curiosidade pode te matar


Em um dia normal, João pegou sua bicicleta e saiu para mais um dia de trabalho.
Ele preferia pedalar ao invés de usar transportes públicos, e seu trabalho era próximo, logo não havia necessidade de pegar um ônibus por exemplo.
Durante seu trajeto, João passava por uma casa, que provavelmente estava abandonada, a curiosidade de ver de perto era grande, mas devido a seu horário apertado isso não era possível. João saia às 20h todos os dias, porém nesse dia ele foi dispensado mais cedo. Era 19h quando João pegou sua bicicleta e voltava para casa.
Ele estava indo tranquilamente, quando passou perto a casa estranha, ele parou e decidiu matar de vez a sua curiosidade em relação aquele lugar, aproveitando que tinha saído cedo.
O lugar é escuro, ele pulou a cerca velha, e com a lanterna em seu celular foi caminhando até a porta.
Na entrada um aviso “Não entre”. Mas a curiosidade de João era maior, e o que teria de mal, em um lugar vazio?!
A porta estava trancada com corrente e cadeado, porém a janela era fácil de abrir, ele optou por ela.
Quando chegou próximo a janela, dentro da casa, foi possível ouvir um grito “não”.
João achou que poderia ser algo de sua cabeça e começou a abrir a janela, bem sutilmente para não chamar atenção dos vizinhos locais.
Com a lanterna em sua mão, João entrou na casa, o lugar fedia muito, aquela janela a qual ele adentrou, seria um quarto.
Não tinha colchão a cama, e tinha fotos de uma senhora, e um guarda roupa, porém com nada dentro, ele continua a andar, abre a porte devagar, e escuta novamente um grito “Não”.
O que seria isso? Coisas de sua imaginação? Ele continua a seguir pela casa, dessa vez pela sala, um lugar sombrio. Ele encontrou dois sofás bem antigo, um deles tinha um pouco de sangue, e no chão algumas pegadas. O que seria aquilo? Estava muito nítido, deixando a entender que era recente.
João começou a achar aquilo muito estranho, e preferiu deixar o local, pois estava com medo, tentou voltar ao quarto para sair pela janela em que entrou, porém, a porta estava trancada.
Como? João acabou de passar por ela. Pois bem, ele entrou em desespero e tentou achar outras alternativas de sair do local, viu uma luz que direcionava ele a um outro quarto, ele foi sorrateiramente com a lanterna ligada, quanto mais próximo ele estava do quarto, a lanterna em seu celular começava a piscar, algo que deixava o mais assustado.
A luz do quarto se apaga, assim como a sua lanterna, João escuta algo que parecia estar ao seu lado “Você jamais sairá daqui”.
Com isso, ele acabou dando um grito, e esse grito fez com que todas as luzes se ascendesse, ele viu sangue nas paredes, corpos de pessoas penduradas no teto da casa, e uma imagem de uma senhora em sua frente, de vestido, com os olhos fechados e uma expressão medonha, as luzes voltam a se apagar, João decide ligar para alguém, porém seu celular está sem rede, e começa a esquentar muito, e na tela aparece.
“Eu avisei” e a imagem da senhora, João acaba derrubando o celular no chão.
E se destrói todo, João realmente não sabia o que fazer, o desespero era muito grande.
Quando uma luz naquele quarto se ascende e João escuta uma voz “Não! Por favor não!”.
Ele completamente assustado, decidi ir ver, quando entra ao quarto se depara com diversas pessoas mortas, as paredes completamente com sangue.
A porta se fecha, a luz começa a piscar. Logo, novamente aquela senhora.
- Isso que dá entrar na casa dos outros não é mesmo meu rapaz. Você é o próximo!
Logo a velha dizer isso, as luzes novamente começam a piscar repetitivamente as coisas começaram a cair no chão, João desesperado correu, os corpos pendurados caíram no chão, e estranhamente se arrastavam em direção a João, o sangue nas paredes sujava toda a sua roupa, e com a intenção de derrubar a porta, João começou a chutar.
Porém ela foi aberta, e quem a abriu foi um vizinho, que logo retirou João de lá, e levou até sua casa.
João estava totalmente perdido, não queria acreditar, estava com muito medo.
Esse vizinho então logo disse.
- Eu moro aqui há muitos anos, antigamente naquela casa, morava uma senhora e seus filhos, um deles ficou doido, entrou naquela casa e matou a senhora e o restante dos filhos e logo fugiu, desde então ninguém nunca mais o viu.
Desde esse acontecido, aquela casa nunca mais foi a mesma, tende a acontecer frequentemente isso que aconteceu com você com outros curiosos que invadem a casa.
João não conseguia dizer nada, ele só queria mesmo era sair o quanto antes daquele lugar.
Os dois ouviram barulhos de sirene, a policia foi acionada, assim que ouviu o vizinho disse.
- Eu não levarei a culpa de ter matado toda essa gente, você seria o próximo!
João logo entendeu tudo! Mas antes de conseguir dizer qualquer coisa, o vizinho se matou com uma arma que escondia.
Os policias ouviram o tiro, e foram até o local, João como estava assustado, não sabia como reagir e tentou fugir, e os policiais o pegaram.
João foi preso, acusado de matar aquele senhor, e acusado de matar todas aquelas pessoas que estavam na casa.
Enquanto estava sendo levado ao carro ele ouviu “Eu avisei”.
No processo, João descobriu que aquela casa pertencia a dona Maria, que tinha 3 filhos.
Maria fazia coisas que envolvia bruxaria, escondido de seus filhos.
Em um dia, um dos seus filhos, que voltou pra casa totalmente bêbado viu aquilo, eles tiveram uma briga feia e ele a esfaqueou e depois todos os irmãos. Quando percebeu o que tinha feito, se desesperou e fugiu daquele lugar.
Como a casa era até então afastada de tudo, esse crime nunca foi descoberto, porém com os anos, alguém sempre tentava entrar na casa, e esse filho, conhecido também como vizinho os matava e os pendurava. Quando João entrou na casa, os espíritos desses tentaram o avisar.
Mas não conseguiram!
Após o término do processo, João conseguiu provar sua inocência, a casa foi destruída por ordem da prefeitura.
João nunca mais foi o mesmo!


Autor: Bruno Fernando Morais

História Exclusiva: Momento de Terror