segunda-feira, 28 de julho de 2014

Visita Macabra

Por: Bruno Fernando Morais
 
 
Andrew presenteou seus pais com um jantar em um dos restaurantes mais chiques da sua cidade. O casal estava comemorando mais um aniversário de casamento. Os pais de Andrew adoraram o presente, mas ficaram com receio de deixar o filho sozinho em casa, pois naquela semana, a policia recebeu diversos chamados relatando tentativas de invasão em residências na rua em que moravam. Depois de dizer repetidas vezes: "Podem ficar tranquilos, estarei bem" e "Não precisa se preocupar", Andrew conseguiu convencer os pais a irem nesse jantar.

Logo que os pais saíram, Andrew trancou toda a casa, foi para a sala, deitou no sofá, ligou a tv e passou a acompanhar um jogo de futebol.

Cerca de dez minutos depois a campainha tocou. Andrew estranhou, pois não esperava ninguém. Do pequeno trajeto do sofá até a porta, a campainha tocou repetidas vezes. Andrew nem se quer olhou pelo olho mágico e foi logo abrindo a porta, mas, para seu espanto, não havia ninguém, Andrew apenas sentiu um vento frio e estranho passar por ele, assustado, fechou a porta rapidamente.

Andrew voltou a se deitar no sofá, mas a tranquilidade do silêncio da casa passou a sentir um enorme desconforto. À medida que os minutos passavam, o garoto se sentia cada vez mais agoniado com algo que nem ele sabia o que era. Andrew olhava para o relógio, esperava que as horas passassem depressa, queria que seus pais retornassem o quanto antes. Andrew se sentia estranho, sentia como se alguém estivesse bem próximo observando cada movimento. O rapaz foi ficando cada vez mais assustado, até que decidiu ir para o quarto e ficar lá até seus pais chegarem. Andando apressadamente, Andrew subiu as escadas, e para aumentar ainda mais seu medo, teve a ligeira impressão de ouvir passos, parecia que alguém o havia acompanhado ao subir as escadas. Antes de entrar em seu quarto, Andrew foi até o banheiro no fim do corredor, ele estava muito assustado, mas a vontade de usar o banheiro era muito grande. Quando voltou, notou algo estranho em seu quarto. Ao passar para ir ao banheiro a porta estava fechada, agora, estava totalmente aberta. Caminhando lentamente, Andrew foi até a porta do quarto, que estava totalmente escuro, e receosamente acendeu a luz, mas lá havia algo esperando por ele. A lâmpada começou a piscar freneticamente e, entre esses pequenos espaços entre a claridade e a escuridão, Andrew pode ver aquilo que o apavoraria. Sentado na beira da cama, havia um vulto negro, meio acinzentado. Andrew ao ver aquela coisa em seu quarto se desesperou e saiu correndo, descendo as escadas, passando pela sala e indo até a rua, mas, aquele ser estranho o perseguiu por todo esse trajeto. Andrew, lá da calçada, pode ver a porta da sua casa ser fechada violentamente. Aterrorizado, Andrew sentou-se na calçada e começou a chorar.

Não demorou muito e seus pais logo retornaram, Andrew tentou explicar o que havia ocorrido, mas não conseguia, ainda chorava muito.

Ainda fora da casa, seu pai telefonou para a policia e, só depois que chegaram duas viaturas, eles entraram na casa. A casa estava toda revirada, a sala, a cozinha, os quartos, todos com os móveis fora de lugar e objetos jogados ao chão. A policia fez uma breve investigação e constatou que não haveria como alguém ter entrado na casa, não havia sinal de arrombamento e nem nada foi roubado da casa. Eles também ouviram o depoimento de Andrew, não estranharam o que ele relatou, mas não fizeram nenhum comentário.

Andrew e seus pais ficaram assustados com tudo aquilo, mas só o garoto sabia o que realmente aconteceu, e jamais vai esquecer aquela cena extremamente perturbadora.
 
 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A Babá e o Palhaço



Susy chegou a casa onde seria babá de uma criança de 5 e outra de 3 anos. Depois que os pais das crianças lhe deram as informações e recomendações eles saíram para jantar.

Susy ficou na sala assistindo televisão, pois as crianças já estavam dormindo. De repente ela ouviu um grito de uma das crianças e saiu correndo, subiu os degraus e entrou no quarto.

" O que aconteceu "- Perguntou Susy
" Eu não gosto de palhaços " Responde uma das crianças apontando para um boneco .

Agora Susy também esta assustada. Ela olha para um palhaço do tamanho de uma pessoa real no canto do quarto. Ela se pergunta por que os pais deixam um boneco tão feio e assustador no quarto das crianças. Enfim, ela canta uma música para as crianças, elas dormem e ela desce para a sala.

Um tempo depois ela escuta um barulho e novamente os gritos das crianças. Ela sobe rápidos os degraus e entra no quarto

" O palhaço estourou um balão para nos assustar " - Fala uma menina
Susy olha para o chão e vê um balão estourado no chão.Ela sente uma pontada na barriga e fala que vai chamar os pais das garotas para voltarem para casa.

Ela desce as escadas e tenta ligar para os pais. A linha está muda. Ela usa seu celular e a mãe atende

" Senhora, eu estou ligando porque as crianças estão com muito medo.Eu poderia tirar aquele boneco de palhaço do quarto ? "

" Como assim ? Não temos nenhum boneco de palhaço "

Só então Susy percebe que não está mais ouvindo as meninas. Ela corre desesperada para ver se as meninas estão bem. A única coisa que a mãe das crianças escuta é um grito desesperado.


Quando pai e mãe chegam a casa, eles só encontram suas filhas e a babá mortas. Todas tinham os rostos pintados de palhaços e balões de hélio amarrados no braço.
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Curiosidades sobre o filme O Brinquedo Assassino




Um serial killer à beira da morte utiliza conhecimentos de vodu e incorpora sua alma em um boneco. Um menino inocente ganha o mesmo boneco de presente de sua mãe, e vê sua vida virar uma aterrorizante perseguição, já que a alma do assassino quer o corpo do menino para continuar sua vida.
Este é o primeiro filme da saga de Chucky, o brinquedo assassino. Um ícone do terror mundial, inovador para sua época e, hoje em dia, um clássico adorado e respeitado por todos os grandes nomes do cinema. Confira as curiosidades e detalhes sobre este filme. 






- O nome de Chucky, Charles Lee Ray, é um derivado dos assassinos famosos Charles Manson, Lee Harvey e James Earl Ray. 

- Cada boneco “Good Guy” tinha 3 frases e nome próprio.




























- O roteirista Don Mancini disse que o roteiro original deveria criar dúvida no público, durante boa parte do filme, sobre quem seria o assassino, Andy ou Chucky. Porém, era incrivelmente óbvio ser Chucky o verdadeiro assassino



























- Um slogan promocional de cinema tinha uma frase que dizia “Quando as pessoas têm pesadelos, sonham com Freddy, mas quando Freddy tem pesadelos, sonha com Chucky.” 



- Único filme em que Chucky não faz um gesto obseno com o dedo médio.















- Chucky, após esse primeiro filme, se converteu em um dos maiores assassinos da história do terror, ao lado de Freddy Krueger, Jason Voorhees e Michael Myers, segundo a maioria das críticas.





- Os movimentos de Chucky foram possíveis graças a 17 pequenos motores manejados por controle remoto por 3 pessoas. Um transmissor de comandos duplicava as expressões faciais do boneco e 4 comandos foram colocados nos lábios para ajustar com precisão cada palavra que tinha de ser pronunciada nos diálogos do filme. Duas pessoas controlavam os braços, outra as mãos, outra a cabeça e outra, que atuava como chefe da equipe, controlava o corpo e dirigia os outros. 

- No total se criaram 9 bonecos do Chucky para o filme: um simples, um que ficava em pé, um que caminhava, duas marionetes utilizadas para conseguir movimentos rápidos e específicos (como sentar, morder e bater) e bonecos substituíveis que podiam ser jogados e submetidos a cenas mais duras.

















- O produtor David Kirschner quis fazer este filme partindo do roteiro original de Don Mancini porque quando era pequeno tinha medo das bonecas de sua irmã. 

- Foi o único filme da série a ser lançado pela United Artists, pois, em 1990, os direitos do filme foram vendidos à Universal.















- O filme foi produzido com um orçamento estimado em nove mil dólares e obteve um faturamento total de US$ 33.244.684 nas bilheterias dos Estados Unidos e mais US$ 10.952.000 pelo mundo.



















- Andy foi o único papel promissor do ator Alex Vincent. Em 1993 Vincent atuou no filme “My Famile Treasure” e desde então desapareceu dos cinemas. - O diretor Tom Holland e o ator Chris Sarandon (Detetive Mike Norris) já haviam trabalhado juntos anteriormente em outro filme de terror de sucesso, chamado “Fright Night” (no Brasil, A Hora do Espanto), no qual Sarandon faz o papel de um vampiro.

















- Na cena final, em que o boneco caminha em chamas, era impossível de ser feita com marionetes (os fiosiriam queimar), então foi chamado o dublê anão Ed Gale para vestir-se com uma roupa anti-chamas e caminhar pegando fogo. 

- A Academy of Science Fiction, na categoria Fantasy Horror Films indicou, em 1989, "Brinquedo Assassino" para quatro prêmios, incluindo Melhor Filme de Horror, levando apenas o troféu de Melhor Atriz, para Catherine Hicks, que interpretou a mãe de Andy.
















- O ator Brad Dourif que interpreta o assassino Charles Lee Ray, que incorpora no boneco, interpretou Grima Wormtongue (Grima Língua-de-cobra) do filme O Senhor dos Anéis: As Duas Torres. 












- Este é o filme que tem menos mortes no total, de toda a saga. São seis mortes, a primeira é a de Charles Lee Ray, quatro são feitas por Chucky e a morte número seis é a do próprio Chucky.






- O filme da saga em que há mais mortes é “A noiva de Chucky” com doze mortes. - No filme, Chucky nunca mata crianças, somente pessoas adultas.












- Seguido por Brinquedo Assassino 2 (1990), Brinquedo Assassino 3 (1992), A Noiva de Chucky (1997) e O Filho de Chucky (2004).












 





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Fonte: Medo B.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Verdadeira Lenda da Loira da Internet



Ingrid era uma menina loira, bonita e desinibida, que sempre chamou a atenção de todos na escola. Esta garota cresceu em beleza até que chegou no segundo grau. 
Um certo dia, quatro meninos convidaram Ingrid para fazer uma visita na casa de um deles, onde estas cinco pessoas iriam fazer uma festa particular. Então, a menina foi no evento. Lá pelas tantas, estes jovens começaram a beber. No meio da farra, Ingrid teve relações íntimas com todos. Mas, o que ela não sabia é que um dos rapazes estava filmando tudo em seu celular. 
No dia seguinte, Ingrid foi à escola. Porém, a pobre foi recebida com vaias e palavrões. Quando ela chegou à sala de aula, Ane, sua melhor amiga mostrou as imagens, das suas atitudes, na festa pelo celular. Após isto, até a colega mais íntima desprezou Ingrid. 
Assim, a jovem correu para a casa e disse a sua mãe que queria mudar de cidade. 
Depois disto tudo, a família de Ingrid mudou-se, de cidade, e ela foi transferida para outra escola. O problema é que o pesadelo não tinha acabado. Pois, as imagens desta garota estavam em alguns portais sensuais da rede, com o título de: A Loira da Internet. 
Por causa destes detalhes, a menina não quis mais frequentar a nova escola. 
Apesar de receber atendimento médico e psicológico, Ingrid entrou em depressão profunda. Assim, certo dia, ela comprou veneno, tomou e faleceu. Quando sua mãe chegou do serviço, viu a filha morta e ao seu lado, um bilhete, onde estava escrito: 
"- O filme: A Loira da Internet, agora será amaldiçoado. Pois, meu fantasma matará todo o homem que assistir a meu vídeo maldito na rede." 
Por isto, toda a criatura do sexo masculino que digita num site de busca, as palavras: loira da Internet e acessa este arquivo maldito tem o risco de ser perseguido e morto pelo espírito de Ingrid. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

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1952 quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão de o que parecia ser um mosteiro franciscano. Ele bate na porta e grita por ajuda, mas desmaia antes dela chegar. 
Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fá...” Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente. 
Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra. 
A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra. 
Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.