domingo, 25 de março de 2018

A Babá e o Palhaço

Susy chegou a casa onde seria babá de uma criança de 5 e outra de 3 anos. Depois que os pais das crianças lhe deram as informações e recomendações eles saíram para jantar.

Susy ficou na sala assistindo televisão, pois as crianças já estavam dormindo. De repente ela ouviu um grito de uma das crianças e saiu correndo, subiu os degraus e entrou no quarto.

" O que aconteceu "- Perguntou Susy
" Eu não gosto de palhaços " Responde uma das crianças apontando para um boneco .

Agora Susy também esta assustada. Ela olha para um palhaço do tamanho de uma pessoa real no canto do quarto. Ela se pergunta por que os pais deixam um boneco tão feio e assustador no quarto das crianças. Enfim, ela canta uma música para as crianças, elas dormem e ela desce para a sala.

Um tempo depois ela escuta um barulho e novamente os gritos das crianças. Ela sobe rápidos os degraus e entra no quarto

" O palhaço estourou um balão para nos assustar " - Fala uma menina
Susy olha para o chão e vê um balão estourado no chão.Ela sente uma pontada na barriga e fala que vai chamar os pais das garotas para voltarem para casa.

Ela desce as escadas e tenta ligar para os pais. A linha está muda. Ela usa seu celular e a mãe atende

" Senhora, eu estou ligando porque as crianças estão com muito medo.Eu poderia tirar aquele boneco de palhaço do quarto ? "

" Como assim ? Não temos nenhum boneco de palhaço "

Só então Susy percebe que não está mais ouvindo as meninas. Ela corre desesperada para ver se as meninas estão bem. A única coisa que a mãe das crianças escuta é um grito desesperado.


Quando pai e mãe chegam a casa, eles só encontram suas filhas e a babá mortas. Todas tinham os rostos pintados de palhaços e balões de hélio amarrados no braço.


sábado, 10 de março de 2018

A BONECA DA XUXA




Boneca da Xuxa Mata uma criança 

Boneca da Xuxa - 1

Mãe deu de presente para sua filha uma Boneca da Xuxa. Certa manhã, ao visitar o quarto para acordá-la, encontrou a menina de cerca de três anos estrangulada. Ao contatar a polícia, a mesma tornou a mãe a principal suspeita. Na perícia nenhuma prova foi encontrada na mulher. Por um acaso, ao examinarem o quarto da criança, encontraram a tal boneca, na qual notava-se sangue em suas unhas, o qual foi comprovado ser da menina. Ao abrirem a boneca, encontraram o seguinte quadro:
- Um punhal de ponta-cabeça,
- O "Pentáculo de Satanás" desenhado,
- Em volta do do círculo do desenho, as inscrições "Em louvor a Satanás".
Claramente obra de vodu - magia negra - este artifício já fora registrado com o mesmo "modus operantis" em bonecos como o do Fofão e demais desconhecidos.

Boneca da Xuxa - 2

Essa história é antiga, foi constatada no ano em que a boneca da Xuxa foi lançada. Em um registro da polícia foi marcado que uma Mãe deu de presente essa boneca para sua filha, e deixou brincando com ela, a mãe foi arrumar a casa e passara 1 hora e sua filha não saiu do quarto, passou 2 horas e ela não saiu, 3, 4 horas e ela nem deu sinal, a mãe já preocupada (por que era hora do café da tarde) abriu o quarto da menina, quando vê sua filha degolada com uma faca na mão e a boneca em cima dela. Não se sabe o certo dessa história, mas a mãe nunca dera uma faca para a filha. Muito estranho.

Boneca da Xuxa - 3

Esta é uma outra suposta história sobre a boneca da Xuxa, aqui na minha cidade (Jardinópolis - SP), muitos ficaram sabendo sobre um estranho fato acorrido lá pelo ano de 1993, uma mãe muito pobre estava desempregada, e estava para chegar o aniversario de sua filha, que pedira para a mãe a boneca da Xuxa, pois era a boneca do momento. A mãe então resolveu fazer um pacto com "homem lá de baixo". Uma semana depois ela arrumou um bico, e com o dinheiro comprou a boneca para a menina. A menina muito contente sempre dormia com a boneca. Mas ao passar alguns dias a criança acordava com pequenas marcas de arranhado pelo corpo, que aos poucos foram aumentando até o dia que a mãe à encontrou morta toda arranhada, o mais impressionante é que a boneca da Xuxa estava com as unhas compridas e cheias de sangue

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Tormento



















 Gerald estava deitado em sua cama olhando fixamente para o teto. Naquele momento, muitos pensamentos e sentimentos passavam por sua cabeça. Ele não queria ter esses tais pensamentos e sentimentos, mas devido ao seu estado emocional, era inevitável. Revoltado com acontecimentos recentes, Gerald sentia um desejo incontrolável de dar um fim àquilo que o incomodava.
     Há um tempo Gerald se mudou para uma nova casa, mas o que parecia ser uma nova etapa em sua vida se tornou uma época de transtornos. Em um local que parecia tranquilo, havia uma vizinhança que aparentemente era amigável, mas na verdade, essas pessoas não passavam de um bando de mal-educados. A todo o custo essas pessoas queriam de alguma forma incomodar Gerald, seja por barulhos em horários indevidos ou por frases maldosas em forma de indiretas. Gerald sempre foi um rapaz tranquilo, não gostava de desavenças e nem de injustiças, não entendia o porquê de toda aquela maldade, mas descobriu por si só o quanto o ser humano pode ser mau. Observando cada movimento, ele sabia que algo errado havia com aquela vizinhança. Gerald conseguiu lhe dar bem com isso por algum tempo, mas como tudo tem um limite e as provocações chegaram a um nível absurdo, Gerald decidiu dar um fim a esse tormento, queria retribuir todas as ofensas recebidas e ir mais além, queria provocar dor aos seus desafetos.
     Gerald pegou a arma herdada de seu pai, uma pistola calibre 12 com muita munição, e estava praticamente pronto para começar seu plano de vingança.
     Enquanto esperava o momento exato de agir, Gerald andava de um lado para o outro, indo de cômodo em cômodo, pisando firme e com respiração ofegante, com o sentimento de ódio crescendo cada vez mais. Até que, ao voltar para a sala, notou que havia alguém sentado na poltrona.
     - Olá Gerald! - disse esse alguém.
     Gerald não disse nada, apenas ficou espantado com o que viu, ou melhor, com quem viu. Gerald estava vendo ele mesmo sentado no sofá, com uma pequena, mas significante diferença. O Gerald da poltrona estava mais magro, com rugas no rosto, sorriso sarcástico e olhar de ódio.
     A cópia de Gerald se levantou e caminhou até o Gerald original, colocou as mãos sobre seus ombros e disse:
     - Quer saber o que sou? - Sou seu ódio materializado... Estou aqui para ajuda-lo a cumprir seu plano!
     Espantado e confuso, Gerald olhava para aquele ser idêntico a ele sem dizer uma palavra, apenas vinham em sua cabeça pensamentos e lembranças ruins.
     - Eles querem atrapalhar a sua vida... Querem que você morra! - continuava falando o Gerald do mal.
     Naquele momento Gerald tinha a absoluta certeza do que queria fazer, estava decidido a finalizar seu plano e eliminar aqueles que lhe fizeram mal.
     - Isso! Não pense muito... Apenas faça! - incentivava o Gerald do mal.
     Enquanto colocava munição no calibre 12, Gerald olhou para a estante da sua sala. Nela, estavam as fotos de família. Havia fotos dos pais, irmãos, irmãs, e bem ao lado, uma foto da garota que ele amava. Nesse momento, Gerald voltou a si e conseguiu rapidamente raciocinar sobre o que estava pretendendo fazer.
     - Vamos Gerald... Chegou o momento! - continuava incitando o Gerald do mal.
     - É verdade... Chegou o momento! - Disse Gerald olhando fixo para sua cópia maléfica.
     Engatilhando a arma rapidamente, Gerald atirou contra aquele ser demoníaco o derrubando para trás! Ele ainda se aproximou da sua cópia do mal e deus mais dois tiros, ambos certeiros ma cabeça, praticamente a desintegrando.
     Gerald largou a arma, levou às mãos a cabeça e disse:
     - Oh Deus!
     Gerald foi se afastando do corpo desfigurado de sua cópia do mal, encostou-se à parede, foi deslizando até se sentar e começou a chorar copiosamente. Ele ficou por ali por mais de uma hora, de cabeça baixa, chorando e refletindo sobre sua vida e sobre a atrocidade que iria cometer.
     Quando Gerald levantou a cabeça, notou que o corpo da sua cópia do mal havia desaparecido, também não havia sinais do sangue que se espalhou pela sala. Gerald tentava entender se aquilo realmente aconteceu ou foi coisa de sua mente perturbada. Naquele momento, isso não importava mais.
     Tempo depois, já se sentindo mais tranquilo, Gerald decidiu acabar com todo aquele tormento, mas de uma forma diferente. Ele aguentou firme, ficou em silêncio, evitou certos contatos, até que por fim, conseguiu se mudar para um local melhor e digno de ser chamado de lar.
     Mesmo sabendo que alguns dos seus desafetos mereciam uma punição severa, Gerald não queria ser responsável por aplicar a justiça, deixaria o tempo se encarregar de dar as pessoas aquilo que elas merecem, bem ou mal. Afinal, o tempo é o vingador, e é ele quem coloca tudo em seu devido lugar. Gerald conseguiu dominar seu demônio interior... Mas até quando?

Autor: Felipe AG
FONTE: Face do Medo

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Como você morreria em um filme de terror? MTV lança jogo interativo para promover Scream

Quem nunca viu um filme de terror e ficou criticando os personagens, gritando "Sai daí!" ou "Corre garoto! Não fica aí parado!"? Mas o que aconteceria se fosse você que tivesse que fugir de um assassino psicopata? Qual seria sua reação? Essa é a proposta do novo jogo interativo lançado pela MTV norte-americana para a divulgação da série Scream, baseada na famosa franquia de terror Pânico












A criativa jogada de marketing é uma experiência interativa chamada "Choose Your Own Murder" ("Escolha seu assassinato", na tradução literal). Nela, vemos um típico casal adolescente, em maior clima de azaração, até que eles ouvem um barulho estranho.

A partir disso, os jogadores podem fazer uma série de escolhas, como "ignorar o ruído" ou "checar o que aconteceu". SPOILER: Mas, não se preocupe, um assassinato sangrento é garantido. 


Vale lembrar que a MTV está investindo pesado na promoção de sua nova série, com ideias bem legais, como o teaser de divulgação onde as estrelas de outras atrações da emissora participam em uma festa sangrenta.

Com direito a uma nova máscara para o assassino Ghostface, Scream estreia dia 30 de junho, nos Estados Unidos.



terça-feira, 16 de junho de 2015

Halloween: Franquia de terror vai voltar às telonas

Saudades de uma noite bem macabra de Halloween? Não se preocupe pois Mike Myers retornará às telonas! Depois de seis anos afastado dos cinemas, o nosso psicopata favorito finalmente ganhará o seu 11º filme, que se passará depois da trama de Halloween - O Início e Halloween 2.

Intitulado Halloween Returns, o novo filme será dirigido por Marcus Dunstan, que se uniu a Patrick Melton para roteirizar o longa. Os dois também escreveram o roteiro dos quatro últimos Jogos Mortais que foram lançados.

A produção executiva ficará a cargo de Malek Akkad e Matthew Stein, responsáveis pelos dois últimos filmes de Halloween.

Para quem não lembra, a franquia criada por John Carpenter, que começou em 1978, conta a história de Michael Meyers, um doente mental que escapou da instituição onde vivia e passa a aterrorizar a sua cidade natal, perseguindo pessoas com uma faca e uma máscara assustadora. A saga ganhou umreboot em 2007, com o lançamento de Halloween - O Início e Halloween 2, de 2009, sob a direção de Rob Zombie.

De acordo com Bob Weinstein, o co-diretor da Dimension Films, que cuidará da produção do novo longa ao lado da Trancas International Films, "Michael Myers fez uma longa pausa das telonas, e sabemos que os fãs estão ansiosos para vê-lo retornar. Estamos muito animados por estar trabalhando de novo com a Trancas e ansiosos para trazer uma das partes mais assustadoras desta franquia clássica para o público do mundo todo".

O roteiro de Halloween Returns ainda não foi divulgado mas a produção está prevista para começar no mês que vem (isso mesmo, em julho!). E aí, ficariam empolgados com a novidade?



segunda-feira, 1 de junho de 2015

Fiel ao filme original, novo Poltergeist desperta nostalgia, mas também pode agradar o público jovem


Lembro que quando eu era pequeno morria de medo daquela garotinha loira que ficava conversando com a TV. Eu estava longe de nascer quando o primeiro Poltergeist — O Fenômeno foi lançado, em 1982, mas como o filme fez bastante sucesso, nos anos seguintes ele foi reexibido inúmeras vezes, ganhando mais fama ainda por conta da história da suposta maldição sofrida pelo elenco. Já adolescente, tomei coragem de assistir ao filme todo e adorei, porque é até engraçado de certo modo e era impossível não torcer por aquela família. Alem disso, entendi que não era da fofa menininha que eu tinha que ter medo.
Nesta quinta-feira (21), chega aos cinemasPoltergeist — O Fenômeno, nova versão do clássico que marcou toda uma geração. Tive a chance de assistir a esta nova versão, a convite da Fox, no mesmo dia em que assisti ao filme original. Fazia muito tempo que eu tinha assistido ao longa antigo e alguns detalhes fugiam à mente, mas colocando as duas versões lado a lado, posso dizer que a de 2015 presta uma ótima homenagem à de 82, por preservar a sua essência.
Tudo é bastante parecido. Os cenários, a árvore assustadora do quintal, o boneco palhaço (que ganha aqui um versão ainda mais assustadora), e até mesmo a família escolhida. Kennedi Clements, a garotinha escalada para a produção atual, pode até não ser loira, mas tem aquele mesmo olhar que Heather O'Rourke, e também manda bem em cena.
O roteiro foi atualizado, para adequar a história aos novos tempos (dessa vez não é só a TV que é usada para se comunicar com os fantasmas, mas também tablets, smartphones e até um drone), mas os arcos principais do filme são mantidos. Outra sacada bem interessante para atualizar a história é que o médium que ajuda a família nesta versão é uma estrela de um reality show sobre fantasmas daqueles bem caricatos num canal de TV. E ele ganha tanto carisma nas mãos do ator Jared Harris quanto a sensitiva baixinha e durona de Zelda Rubinstein no primeiro Poltergeist.
O elenco, aliás, é um grande acerto. Assim como no original, a família é bem real e legal, então fica difícil não torcer para que eles se salvem. Vai dizer que naqueles filmes que tem mocinhos chatos você não torce pelo vilão? 
Comparando os momentos nos quais os dois filmes foram lançados, é engraçado perceber como os personagens foram construídos. Em 82, a família da trama era de classe média e estava bem de vida, mas viu seu "sonho americano" desmoronar quando descobrem o mal que assola a casa. Já na versão 2015, eles são uma família que precisa se mudar para um bairro distante, numa casa estranha, tudo porque o pai está desempregado e a mãe é uma escritora frustada.
O legal é que aquele terror com toques místicos e uma boa dose de humor é mantido, o que torna a experiência mais envolvente do que apenas assustadora. Você vai tomar uns sustos, mas não vai sair do cinema tremendo de medo, porque a união dessa família para acabar com o mal e seguir a vida é o grande mote do longa. 
A nova versão de Poltergeist é divertida e presta uma boa homenagem ao clássico. Alguma pessoas podem argumentar que os filmes são muito parecidos e que isso torna a versão mais recente desnecessária, mas acredito que as duas produções valem o tempo investido e o dinheiro também. O mais o novo, inclusive, usa o 3D de maneira muito bacana e apropriada.
O Poltergeist de 2015 tem tudo para agradar ao público mais jovem, por ter a estrutura de outros longas de terror atuais, mas não deve ofender os mais nostálgicos. Assim como O Massacre da Serra Elétrica, Madrugada dos Mortos e Viagem Maldita, outros clássicos de terror que ganharam versões repaginadas bem interessantes,Poltergeist volta aos cinemas reafirmando como uma boa história pode ser contada de várias maneiras e passada adiante para novas gerações.





sexta-feira, 29 de maio de 2015

Charlie Charlie Challenge

Tentar se comunicar com espíritos é uma prática que existe há muito tempo.
A moda agora na Internet é conversar com um espírito mexicano chamado "Charlie Charlie".
Muitos acreditam nisso, mais é só mais truque, isso o Felipe Neto, mostra como se faz. As pessoas gostam de chamar atenção, e fazem um drama sobre isso. 

Charlie Charlie não existe e já está chato! Até a brincadeira do copo é mais real (Risos). 

Objetivo da brincadeira:
Conversar com Charlie Charlie em Inglês, se o lápis se mover, e que ele está ali. 

(Os que se movem é porque tem alguém assoprando).  

*Clique no nome Felipe Neto para ver o vídeo.