terça-feira, 28 de abril de 2015

Encaminhe Histórias Para Nós.

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sexta-feira, 24 de abril de 2015

West Farm - A Fazenda Assombrada

Estava dirigindo na estrada a noite, uma mulher chamada Sara ela havia perdido sua filha ha um ano atrás, pois apos seu desaparecimento ela é encontrada morta, agora ela estava indo para a casa de seus pais prestarem homenagem a sua filha junto com eles, seu marido estava no banco do passageiro.
Quando os dois conversavam um caminhão veio e bateu no carro. Quando acorda Sara vê seu carro a uma longa distancia em chamas, ela chama por seu marido:
- Jorge, cadê você?
Mas nada respondia.
Ela viu que estava dentro de uma fazenda, e percebeu que estava sentada em uma grama amarelada, estava muito frio, a nevoa cada vez ia aumentando, e um silêncio horrível à fez arrepiar, e foi quando ouviu um gritou vindo da casa da fazenda, ela se dirigiu até o local.
Ela chegou até a porta e pode ouvir passos dentro da casa, ela grita desesperada, mas o nada responde, naquele frio da noite e com medo sua reação foi chutar a porta até derruba-la, fazendo um enorme eco em todo o local, logo depois ela escuta novamente os passos vindos do andar de cima:
- Jorge é você sou eu Sara, não tenha medo? Falou Sara com uma voz tremula.
Mas ninguém respondia com medo ela pegou um cano e foi andando até a escada um passo por vez, pois não conseguia ver nada naquela escuridão, apenas as chamas do carro iluminava o local, pois nem a luz do luar havia aparecido naquele momento. Ao chegar à escada ela começa a escutar um choro de uma criança, ela sobe desesperada até o andar de cima, mas não vê nada, ela fica parada tentando enxergar algo naquela escuridão, quando ela vira de costas ela vê sua filha totalmente pálida e com movimentos lentos e ela dizia:
- Mamãe você vai me ajudar?
Sara entrou em pânico e começou a pedir ajuda e socorro, mas seu grito só ecoava pelo vazio:
- Não adiantam aqui eles não te escutam. Disse Mary, que era filha de Sara, com uma voz de ira.
Sara desceu até a porta e correu em direção ao carro, e foi quando ela escutou seu marido gritando, e deu grito vinha da casa, sem pensar duas vezes Sara foi até a casa, subiu até o primeiro andar, mas não viu nada, mas quando vira de costas vê sua filha com uma faca na mão dizendo:
- Agora só falta você, porque não me ajuda e ficara bem?
Ouvindo essas palavras Sara deduziu que seu marido estava morto, e viu que sua filha precisava de ajuda, foi quando ela respirou fundo e disse:
- O que você fez com meu marido?
- Seu marido, ele era um miserável que não dava a mínima para a família. Falou Mary com voz de ódio.
Sara estava muito assustada, mas não cedeu outra pergunta:
- Como eu te ajudo?
- Me tira desse inferno. Disse Mary chorando.
Sara se aproximou de Mary e sentiu um frio enorme, quando ela olhou nos olhos de sua filha, viu que ela já não tinha mais animo, e voltou a perguntar:
- O que eu faço?
- Me tire daqui. Disse Mary.
- Como você está morta. Respondeu Sara.
- Mas meu lugar não é aqui. Falou Mary enchendo seu rosto de lagrima.
Ao fazer isso a mão tocou no rosto de sua filha e sentiu um enorme frio, mas mesmo assim enxugou as lagrimas de sua filha.
- Eu sou escrava deles. Disse Mary olhando para trás.
Sara olhou na mesma direção e viu três homens todos eles com uma roupa suja e fedida, e seguravam uma corrente e cada uma delas estava presa em Mary.
- Mas porque você veio parar aqui? Perguntou Sara
- Eu estava confusa e não sabia onde estava, e esses homens apareceram me oferecendo ajuda eu aceitei, mas eles disseram que eu teria que paga-los, mas não tinha nada para oferecê-los então eles agora me fazem de escrava. Completa Mary
Sara começa a chorar, mas Mary enxuga as lagrimas de sua mãe, Sara se levanta, pega o cano que segurava e vai atrás dos homens, mas eles desaparecem, junto com sua filha.
Sara então sai da fazenda, mas escuta sua filha dizendo:
- Não me deixe aqui mãe, não me deixe com eles.
Sara tenta, mas não consegue sair, sua emoção não a deixa, ela então vai até o primeiro andar e joga o cano fora, ela então chama sua filha que logo aparece:
- Chame os homens. Disse Sara.
Mary apenas olha para trás e os homens aparecem, Sara vai até os homens e conversa com eles, logo depois Mary vê sua mãe pegando uma faca e enfiando no coração:
-MÃE. Grita Mary desesperada.
Instantes depois os homens tiram as correntes de Mary, e predem na alma de sua mãe. Um dos homens diz:
- Vá esta livre, saia da fazenda.
Ela vai, mas olha para trás e vê sua mãe sendo acorrentada pelos homens.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A Pequena Casa do Mal



Dennis é um advogado muito competente, e por isso, é sempre requisitado e dependendo do caso em que trabalha, ás vezes fica até tarde no escritório. E foi em uma dessas noites em que trabalhou até de madrugada, que algo terrível aconteceu.
Enquanto passava por uma pequena estrada, Dennis avistou um rapaz que desesperadamente pedia ajuda. Dennis ficou temeroso, mas mesmo assim parou. O rapaz, muito agitado, pediu que Dennis o seguisse. Dennis o seguiu, e o homem pegou uma pequena trilha que adentrava a mata e subia um morro. Dennis perguntava o que estava acontecendo, mas o rapaz apenas pedia que o seguisse. Dennis continuou a seguir o rapaz por uns trinta metros morro acima. Estava muito escuro, e Dennis acabou perdendo-o de vista. Ele ficou chamando pelo rapaz por alguns minutos, mas nem sinal do individuo. O local estava uma escuridão total, e Dennis meio sem saber o que fazer andou mais alguns metros adiante, até que, por trás de algumas árvores, ele notou que havia uma claridade. Essa claridade era de uma lâmpada em frente a uma pequena casa situada bem no alto do morro. Dennis foi caminhando em direção a casa, mas alguns metros antes de chegar nela ele começaram a escutar um barulho no matagal. A vegetação alta e a escuridão fizeram com que Dennis ficasse parado, sem reação alguma, apenas ouvindo os sons a sua volta. Eram sons de passos, e Dennis nesse momento, se arrependeu de ter parado o carro, pois pressentia que algo ruim estava prestes a acontecer. Não havia mais sinal daquele rapaz, os sons de passos continuavam o local completamente escuro, e Dennis na dúvida se corria até aquela casa ou não. Mas pensando um pouco mais, ele decidiu voltar pela trilha e sair daquele local estranho. Mas enquanto caminhava rapidamente para retornar a seu carro, Dennis foi surpreendido terrivelmente. Um homem saiu do matagal e golpeou Dennis bem na cabeça com uma pá. Dennis meio atordoado conseguiu se levantar e correr de volta pela trilha, mas aquele estranho homem o seguiu. Enquanto corria atrás de Dennis, o homem gritava assustadoramente, mas Dennis conseguiu correr de volta até a rua, chegarem ao seu carro, pegar o telefone e avisar a policia. Uma viatura chegou há poucos minutos, e foram os policiais que avisaram Dennis sobre um sério ferimento na cabeça, que devido ao susto, ele não havia percebido. Dennis contou tudo aos policiais, contou sobre o rapaz que pediu ajuda e desapareceu e também sobre o homem que o atingiu com uma pá. Como o ferimento na cabeça parecia ser grave, uma ambulância foi chamada e Dennis encaminhado para um hospital.
Os policiais chamaram reforços, e alguns minutos depois chegaram mais duas viaturas. Dois dos policiais ficaram próximos aos carros, enquanto os outros quatro iniciaram a subida ao moro. Usando lanternas, os policiais foram subindo com muita cautela, examinando tudo ao redor. À medida que subiam pela trilha, o mato ia ficando cada vez mais alto. A escuridão e o vento que batia na vegetação deixaram todos muito apreensivos, pois não sabiam o que iriam encontrar no alto do morro. Foram andando bem devagar, até que avistaram a pequena casa. A lâmpada próxima à entrada da casa continuava acesa. Os policias foram até a casa, deram a volta e viram que a energia elétrica vinha de um velho gerador. Voltaram até a frente, bateram na porta várias vezes, mas ninguém atendeu. Um dos policiais voltou até os fundos para ver se havia outra entrada, e alguns segundos depois, ele gritou chamando os companheiros. Ele havia descoberto várias valas no quintal da casa, todas com comprimento para caber corpos humanos. Todos achando aquilo muito suspeito decidiram invadir a casa. Arrombaram a porta facilmente devido a seu estado deteriorado. Ao entrar na casa, notaram que havia poucos móveis, todos eles em péssimo estado. A sala ficava praticamente junto à cozinha, havia resto de comida por todos os lados, e pra piorar, um cheiro horrível se espalhava por todo o ambiente. No quarto só um colchão e um cobertor velho e no banheiro uma sujeira total. A iluminação precária fez com que os policiais sentissem um enorme desconforto. Vasculharam todo canto da casa, mas, não encontraram nada. Eram quase quatro da manhã, os policiais pretendiam voltar quando o dia clareasse, mas, um deles descobriu algo sem querer. Ele notou que as baratas que lá circulavam, entravam e saíam por um vão debaixo de um tapete velho. O policial levantou o tapete e descobriu uma espécie de alçapão. No principio pensaram ser à entrada de um porão, mas na verdade, era um enorme buraco escavado por debaixo as casa. Dois policiais desceram por uma escada de madeira, havia um túnel de uns dez metros de comprimento, e ao fundo havia uma claridade. Os policiais foram andando lentamente em direção ao fundo do túnel, mas para o azar dos dois, a luz foi desligada. Os policiais voltaram rapidamente à saída e pediram as lanternas. Retornando a investigação, eles continuaram em direção ao fundo daquele túnel, dessa vez, mais apreensivos ainda. E quando já haviam passado da metade, um homem surgiu gritando, e com uma picareta, tentou agredir os policiais, mas ambos conseguiram se esquivar. Começou uma luta entre os policiais e aquele estranho homem, mas entre chutes e socos, ele conseguiu se livrar, subir a escadinha e lá em cima, travar outra luta com os outros dois policiais. Foi preciso um tiro na perna para que conseguissem algemá-lo. Esse homem era um senhor de meia idade, magro, tinha um rosto medonho, cabelos ralos e compridos, barba enorme e poucos dentes na boca. Os policiais estranharam que um homem daquela estatura e idade tivesse tamanha força. Mas foi na hora em que foi levá-lo para fora da casa, que os policiais levaram o pior susto de suas vidas. O homem começou a gritar assustadoramente, e o pior, vários objetos da casa começaram a cair, portas e janelas começaram a bater, as luzes ficaram piscando e um barulho infernal, que pareciam ser vozes, atordoaram os policiais. Eles tentaram correr para fora da casa, mas a porta parecia estar trancada. Aquele homem apavorante ainda tentava agredi-los, e só conseguiram pará-lo, com um tiro na cabeça. O homem caiu morto, e foi nesse momento, que os sons atormentadores cessaram. Os policiais saíram da casa, mas todos ainda muito transtornados sentaram alguns metros adiante, próximos a uma árvore no meio da trilha. Ficaram todos calados até o amanhecer.
Depois de passado o susto, eles chamaram reforços. Vasculharam a casa inteira, e no fim daquele túnel, havia um altar com várias estatuas de demônios, e no quintal, havia nove valas, todas com corpos dentro. Os quatros policiais decidiram manter aqueles acontecimentos em segredo.
No hospital, Dennis recebeu curativo no ferimento e passou dois dias no hospital em observação. No quarto em que estava, havia um cartaz com fotos de pessoas desaparecidas, e em uma dessas fotos, estava o rapaz que pediu ajuda na estrada. Ele estava desaparecido há três meses e seu corpo foi encontrado em uma daquelas valas.

Alguns meses depois, aquela casa tenebrosa foi demolida, mas, durante a demolição, dois trabalhadores morreram de formas inexplicáveis.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A Perturbada


  Sarah estava sozinha em casa numa quinta-feira à noite, pois seus pais haviam saído, mas não falaram aonde iam e a que horas voltavam o que era estranho por que eles sempre falavam aonde iam e a que horas voltariam, mas Sarah não se importou com isso, pois gostava de ficar só em casa.
  Sarah estava na sala vendo TV, mas logo foi para o seu quarto, colocou os fones de ouvido e começou a ler seu livro favorito, isso já era 22h35min da noite. Passaram-se meia hora quando Sarah ouviu um barulho alto, tão alto a ponto de ouvir com os fones de ouvido, curiosa ela desce as escadas em direção à sala que aparentemente estava tranquila, então ela volta para o seu quarto e chegando lá vê escrito de preto na parede branca do quarto.
 - "você não deveria estar sozinha em casa Sarah", de repente começa uma sequência de estrondo muito fortes, assustada Sarah corre para a sala acompanhada pelos estrondos, chegando à sala os estrondos pararam repentinamente e nisso o silêncio toma conta da sala, Sarah aproveita o silêncio pra ligar para seus pais que até então estavam fora, mas deu fora de área, quando ela foi tentar ligar novamente ouve os estrondo outra vez, mas dessa vez meio abafados parecia que vinham de baixo da casa, estavam vindo do porão. Sarah corre para o seu quarto e pega um bastão com pregos que tinha para o caso de alguém entrar em sua casa, depois de pegar o bastão Sarah vai lentamente para o porão que ainda continuava com os estrondos, chegando lá abriu lentamente a porta, nisso Sarah grita.
- Quem está ai?
De repente os estrondos param novamente, ela aproveita o silêncio para descer vagarosamente as escadas do porão, a escuridão atrapalhava sua visão quando ela coloca a mão para o lado e encontra o interruptor que ascende a luz, a luz não era muito forte, mas era o suficiente para que se pudesse ver dentro do porão, quando Sarah da o próximo passo a luz queima deixando tudo escuro novamente.
- Mas que porra!
Diz Sarah pegando seu celular para ligar a lanterna dele, a bateria de seu celular estava acabando então ela só tinha uns minutos para descobrir o que estava fazendo aqueles estrondos assustadores, iluminando por trás das coisas velhas do porão ela se depara com um espelho velho de sua família de gerações, ela se aproxima do espelho quando nota que atrás dela havia uma sombra de como se tivesse alguém em pé atrás dela, Sarah ficou imóvel sem saber o que fazer quando vê pelo reflexo do espelho a tal sombra se aproximando lentamente, quanto mais perto à sombra chegava mais dava para Sarah ver suas características, mas quando a sombra estava perto o suficiente para Sarah poder vê-la a bateria de seu celular acaba e a luz da lanterna se apaga no mesmo instante. Em meio à escuridão ainda imóvel Sarah escuta algo sussurrar no seu ouvido –
- Você pertence a mim Sarah... Não há como escapar...
  Num momento de coragem Sarah vira com tudo para trás com seu bastão no intuito de acertar o que quer que seja que estava sussurrando em seu ouvido, mas não tinha nada ali, então Sarah tenta achar desesperadamente as escadas do porão no escuro para sair dali o mais rápido possível. Finalmente ela consegue sair do porão, com muito medo e frustração Sarah grita com toda sua força.
 - Me deixe em paz!
  De repente ela escuta a porta do seu quarto bater lá em cima, tentando juntar coragem ela sobe as escadas devagar chegando lá abre a porta do quarto e entra, ela encontra tudo fora do lugar, suas coisas estavam quebradas como se tivesse passado um vendaval no quarto, quando Sarah olha para o canto do seu quarto vê uma criatura sinistra grande com olhos e chifres vermelhos fluorescentes no escuro do quarto olhando fixamente para ela, mesmo com muito medo Sarah pergunta.
 - O que você é?
A figura macabra não fala nada apenas continua olhando para Sarah, quando Sarah estava prestes a atacar a tal criatura ouve sua mãe a chamando lá em baixo, seus pais haviam chegado finalmente, Sarah sai correndo do quarto sem olhar para trás para ir de encontro aos pais, quando chega à sala ela vê seus pais e os abraça com toda sua força e começa a chorar sem falar nada apenas ficou ali abraçada com os pais que não estavam entendo nada. Logo em seguida a mãe de Sarah pergunta
 - Sarah por que a nossa sala está toda molhada de gasolina?

 Sarah nem havia notado isso e percebe que a sala toda estava ensopada de gasolina, sem entender nada quando Sarah se volta para responder a mãe ela vê a tal criatura atrás de seus pais olhando para ela, com seus grandes olhos vermelhos, quando Sarah se da conta à criatura estala os dedos fazendo toda a gasolina virar fogo e queimar seus pais e ela também. Sarah começa a gritar sem parar agonizando por estar sendo queimada viva e por estar vendo seus pais queimando em sua frente e vendo a criatura sorrir vendo isso tudo sem acontecer nada com ela. Quando Sarah se da conta acorda com uma camisa de força sendo levada para uma sala por dois enfermeiros, pois estava tendo outro pesadelo e estava gritando muito alto e estava assustando os outros loucos da clínica psiquiátrica onde estava internada há quatro anos, pois tivera perturbações mentais quando foi para lá. Por conta disso todos da clínica chamam Sarah de A PERTURBADA.




















Escrito e Enviado Por: Sadra Wanessa.

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canalhistorinhas@gmail.com

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Aniversário Historinhas Online "01 Ano" 3:)

Hoje faz um ano que o Blogger Historinhas Online foi criado...
Obrigado a todos que seguem e curte o Blogger. 










Confira as primeiras histórias que foram postadas

É só clicar no nome
Okiku: A Lenda da Boneca Viva
A lenda da Maria Sangreta



















Uma Noite de Terror

Andrew estava no ponto de ônibus, ele que, depois do trabalho, ficou conversando com os amigos, perdeu a noção do tempo e se atrasou, ficou prestes a perder o ultimo ônibus que faria o trajeto até sua casa. Ele correu, mas chegando ao ponto de parada, não havia mais ninguém, na certa o ônibus já havia passado. Então Andrew decidiu esperar um pouco, esperava ter a sorte de o ônibus estar atrasado.
Era uma noite de temperatura agradável, mas escura devido à lua nova e os postes de luz que não contribuía muito com a iluminação. Andrew esperou por uns dez minutos, e só depois teve a certeza que não viria ônibus algum, pois não apareceu mais ninguém no ponto, a rua estava deserta. Do telefone celular Andrew avisou seus pais que havia perdido a condução, e chegaria tarde em casa.
Enquanto Andrew telefonava, uma coisa muito estranha aconteceu. Ele sentiu um vento leve e frio bater em sua nuca, foi como se alguém se aproximasse de Andrew e desse um sopro. Andrew levou um grande susto, sentiu seu corpo arrepiar por inteiro que até interrompeu a conversa com seus pais. Assustado, ele olhou para todos os lados, mas não havia ninguém por perto, e nem ventava nessa noite. Nesse momento Andrew começou a se sentir estranho, sentia um terrível frio na espinha, pois tinha a sensação de estar sendo observado, era como se alguém estivesse bem ao seu lado. E quando decidiu ir embora, Andrew sentiu um leve toque no seu ombro. Andrew saiu caminhando apressadamente, quase correndo, mas foi aí, cerca de vinte metros adiante, uma garrafa de vidro se espatifou bem na sua frente. Andrew notou que aquela garrafa estava bem próximo ao ponto de ônibus, alguém a teria jogado, mas quem? Ele olhou para trás, mas nada, a rua continuava completamente deserta. O garoto não se aguentou, começou a correr, desta vez, não parou para olhar para trás, mas Andrew não estava livre de um susto ainda maior.
Enquanto corria, Andrew escutava sons de como se alguém corresse atrás dele. Ele correu por muitos metros, até que, em uma esquina pouco iluminada, foi empurrado pelas costas e levou um baita tombo. Mesmo atordoado Andrew conseguiu se levantar, novamente olhou para todos os lados, mas não havia ninguém, nem quem o empurrou e muito menos alguém para ajudá-lo, afinal, já era madrugada. Sem ter alternativa, Andrew continuou correndo, mas sua terrível noite estava longe de acabar, faltava muito para chegar a sua casa, e pior, ele sentia que alguma coisa o perseguia. Essa coisa continuou a perseguir Andrew, mas parecia não querer feri-lo, apenas atormentá-lo.
Enquanto Andrew corria, esse ser do além arremessava coisas contra ele, eram sacos de lixo, pedras, garrafas, latas, tudo para deixar Andrew mais apavorado ainda.
Andrew estava esgotado, mas o medo fez com que ele continuasse a correr, mas para seu azar, não encontrou ninguém pela rua que pudesse ajudá-lo, apenas um casal em um carro, que não parou porque desconfiaram de Andrew.
E assim foi Andrew correu muito até chegar a sua casa, mas como estava exausto e apavorado, suas mãos tremiam tanto que não conseguiu colocar a chave na fechadura do portão, o jeito foi tocar a campainha, mas sua noite de terror não havia terminado.
Antes de alguém sair para abrir o portão, aquela coisa atacou Andrew, e foi nesse momento que ele pode ver o que o atormentava. Era um vulto preto quem o agarrava e o chacoalhava de um lado para o outro. Andrew gritou desesperado, até que o ser sobrenatural o jogou contra o portão e sumiu.
O pai de Andrew saiu e o encontrou caído na calçada, a principio o senhor queria chamar a policia pensando que seu filho havia sido assaltado, mas Andrew só queria entrar em casa, estava tão aterrorizado que mal conseguia falar. Com as pernas bambas, Andrew precisou da ajuda de seu pai para entrar na casa, mas, mal adentraram a residência e foram surpreendidos por três batidas violentas na porta. Foi à vez dos pais de Andrew se assustarem. O pai de Andrew ainda olhou pela janela e avistou o vulto preto andando por entre as plantas do jardim da casa, até sumir em um canto escuro.
Andrew contou tudo o que ocorreu na rua até chegar a casa, e devido ao que presenciaram ali, seus pais não duvidou de nada.
Sem saber o que de fato aconteceu, e com certo trauma, Andrew passou a evitar ficar até tarde na rua, mas nada de anormal voltou a acontecer. Andrew nunca mais se esqueceu dessa noite de terror.



Ator: Felipe AG
Fonte: Face do Medo