Estava dirigindo na estrada a noite, uma mulher
chamada Sara ela havia perdido sua filha ha um ano atrás, pois apos seu
desaparecimento ela é encontrada morta, agora ela estava indo para a casa de
seus pais prestarem homenagem a sua filha junto com eles, seu marido estava no
banco do passageiro.
Quando os dois conversavam um caminhão veio e bateu no carro. Quando acorda Sara vê seu carro a uma longa distancia em chamas, ela chama por seu marido:
- Jorge, cadê você?
Mas nada respondia.
Ela viu que estava dentro de uma fazenda, e percebeu que estava sentada em uma grama amarelada, estava muito frio, a nevoa cada vez ia aumentando, e um silêncio horrível à fez arrepiar, e foi quando ouviu um gritou vindo da casa da fazenda, ela se dirigiu até o local.
Ela chegou até a porta e pode ouvir passos dentro da casa, ela grita desesperada, mas o nada responde, naquele frio da noite e com medo sua reação foi chutar a porta até derruba-la, fazendo um enorme eco em todo o local, logo depois ela escuta novamente os passos vindos do andar de cima:
- Jorge é você sou eu Sara, não tenha medo? Falou Sara com uma voz tremula.
Mas ninguém respondia com medo ela pegou um cano e foi andando até a escada um passo por vez, pois não conseguia ver nada naquela escuridão, apenas as chamas do carro iluminava o local, pois nem a luz do luar havia aparecido naquele momento. Ao chegar à escada ela começa a escutar um choro de uma criança, ela sobe desesperada até o andar de cima, mas não vê nada, ela fica parada tentando enxergar algo naquela escuridão, quando ela vira de costas ela vê sua filha totalmente pálida e com movimentos lentos e ela dizia:
- Mamãe você vai me ajudar?
Sara entrou em pânico e começou a pedir ajuda e socorro, mas seu grito só ecoava pelo vazio:
- Não adiantam aqui eles não te escutam. Disse Mary, que era filha de Sara, com uma voz de ira.
Sara desceu até a porta e correu em direção ao carro, e foi quando ela escutou seu marido gritando, e deu grito vinha da casa, sem pensar duas vezes Sara foi até a casa, subiu até o primeiro andar, mas não viu nada, mas quando vira de costas vê sua filha com uma faca na mão dizendo:
- Agora só falta você, porque não me ajuda e ficara bem?
Ouvindo essas palavras Sara deduziu que seu marido estava morto, e viu que sua filha precisava de ajuda, foi quando ela respirou fundo e disse:
- O que você fez com meu marido?
- Seu marido, ele era um miserável que não dava a mínima para a família. Falou Mary com voz de ódio.
Sara estava muito assustada, mas não cedeu outra pergunta:
- Como eu te ajudo?
- Me tira desse inferno. Disse Mary chorando.
Sara se aproximou de Mary e sentiu um frio enorme, quando ela olhou nos olhos de sua filha, viu que ela já não tinha mais animo, e voltou a perguntar:
- O que eu faço?
- Me tire daqui. Disse Mary.
- Como você está morta. Respondeu Sara.
- Mas meu lugar não é aqui. Falou Mary enchendo seu rosto de lagrima.
Ao fazer isso a mão tocou no rosto de sua filha e sentiu um enorme frio, mas mesmo assim enxugou as lagrimas de sua filha.
- Eu sou escrava deles. Disse Mary olhando para trás.
Sara olhou na mesma direção e viu três homens todos eles com uma roupa suja e fedida, e seguravam uma corrente e cada uma delas estava presa em Mary.
- Mas porque você veio parar aqui? Perguntou Sara
- Eu estava confusa e não sabia onde estava, e esses homens apareceram me oferecendo ajuda eu aceitei, mas eles disseram que eu teria que paga-los, mas não tinha nada para oferecê-los então eles agora me fazem de escrava. Completa Mary
Sara começa a chorar, mas Mary enxuga as lagrimas de sua mãe, Sara se levanta, pega o cano que segurava e vai atrás dos homens, mas eles desaparecem, junto com sua filha.
Sara então sai da fazenda, mas escuta sua filha dizendo:
- Não me deixe aqui mãe, não me deixe com eles.
Sara tenta, mas não consegue sair, sua emoção não a deixa, ela então vai até o primeiro andar e joga o cano fora, ela então chama sua filha que logo aparece:
- Chame os homens. Disse Sara.
Mary apenas olha para trás e os homens aparecem, Sara vai até os homens e conversa com eles, logo depois Mary vê sua mãe pegando uma faca e enfiando no coração:
-MÃE. Grita Mary desesperada.
Instantes depois os homens tiram as correntes de Mary, e predem na alma de sua mãe. Um dos homens diz:
- Vá esta livre, saia da fazenda.
Ela vai, mas olha para trás e vê sua mãe sendo acorrentada pelos homens.
Quando os dois conversavam um caminhão veio e bateu no carro. Quando acorda Sara vê seu carro a uma longa distancia em chamas, ela chama por seu marido:
- Jorge, cadê você?
Mas nada respondia.
Ela viu que estava dentro de uma fazenda, e percebeu que estava sentada em uma grama amarelada, estava muito frio, a nevoa cada vez ia aumentando, e um silêncio horrível à fez arrepiar, e foi quando ouviu um gritou vindo da casa da fazenda, ela se dirigiu até o local.
Ela chegou até a porta e pode ouvir passos dentro da casa, ela grita desesperada, mas o nada responde, naquele frio da noite e com medo sua reação foi chutar a porta até derruba-la, fazendo um enorme eco em todo o local, logo depois ela escuta novamente os passos vindos do andar de cima:
- Jorge é você sou eu Sara, não tenha medo? Falou Sara com uma voz tremula.
Mas ninguém respondia com medo ela pegou um cano e foi andando até a escada um passo por vez, pois não conseguia ver nada naquela escuridão, apenas as chamas do carro iluminava o local, pois nem a luz do luar havia aparecido naquele momento. Ao chegar à escada ela começa a escutar um choro de uma criança, ela sobe desesperada até o andar de cima, mas não vê nada, ela fica parada tentando enxergar algo naquela escuridão, quando ela vira de costas ela vê sua filha totalmente pálida e com movimentos lentos e ela dizia:
- Mamãe você vai me ajudar?
Sara entrou em pânico e começou a pedir ajuda e socorro, mas seu grito só ecoava pelo vazio:
- Não adiantam aqui eles não te escutam. Disse Mary, que era filha de Sara, com uma voz de ira.
Sara desceu até a porta e correu em direção ao carro, e foi quando ela escutou seu marido gritando, e deu grito vinha da casa, sem pensar duas vezes Sara foi até a casa, subiu até o primeiro andar, mas não viu nada, mas quando vira de costas vê sua filha com uma faca na mão dizendo:
- Agora só falta você, porque não me ajuda e ficara bem?
Ouvindo essas palavras Sara deduziu que seu marido estava morto, e viu que sua filha precisava de ajuda, foi quando ela respirou fundo e disse:
- O que você fez com meu marido?
- Seu marido, ele era um miserável que não dava a mínima para a família. Falou Mary com voz de ódio.
Sara estava muito assustada, mas não cedeu outra pergunta:
- Como eu te ajudo?
- Me tira desse inferno. Disse Mary chorando.
Sara se aproximou de Mary e sentiu um frio enorme, quando ela olhou nos olhos de sua filha, viu que ela já não tinha mais animo, e voltou a perguntar:
- O que eu faço?
- Me tire daqui. Disse Mary.
- Como você está morta. Respondeu Sara.
- Mas meu lugar não é aqui. Falou Mary enchendo seu rosto de lagrima.
Ao fazer isso a mão tocou no rosto de sua filha e sentiu um enorme frio, mas mesmo assim enxugou as lagrimas de sua filha.
- Eu sou escrava deles. Disse Mary olhando para trás.
Sara olhou na mesma direção e viu três homens todos eles com uma roupa suja e fedida, e seguravam uma corrente e cada uma delas estava presa em Mary.
- Mas porque você veio parar aqui? Perguntou Sara
- Eu estava confusa e não sabia onde estava, e esses homens apareceram me oferecendo ajuda eu aceitei, mas eles disseram que eu teria que paga-los, mas não tinha nada para oferecê-los então eles agora me fazem de escrava. Completa Mary
Sara começa a chorar, mas Mary enxuga as lagrimas de sua mãe, Sara se levanta, pega o cano que segurava e vai atrás dos homens, mas eles desaparecem, junto com sua filha.
Sara então sai da fazenda, mas escuta sua filha dizendo:
- Não me deixe aqui mãe, não me deixe com eles.
Sara tenta, mas não consegue sair, sua emoção não a deixa, ela então vai até o primeiro andar e joga o cano fora, ela então chama sua filha que logo aparece:
- Chame os homens. Disse Sara.
Mary apenas olha para trás e os homens aparecem, Sara vai até os homens e conversa com eles, logo depois Mary vê sua mãe pegando uma faca e enfiando no coração:
-MÃE. Grita Mary desesperada.
Instantes depois os homens tiram as correntes de Mary, e predem na alma de sua mãe. Um dos homens diz:
- Vá esta livre, saia da fazenda.
Ela vai, mas olha para trás e vê sua mãe sendo acorrentada pelos homens.
Fonte: Histórias de Terror
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